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Grupos Presentes
Trio Solune 
Os Carunchos 
CordeRoda 
Salamander 
Chocalhos 
At-Tambur 
Oficinas de Dança
Danças Alentejanas 
Danças Orientais 
Danças de Cabo Verde 
Mais Informações
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PéDeXumbo
Sede:
R. Actor Nascimento Fernandes, Nº24, 1500-016 Lisboa
Tel. +351 (2) 1 760 2120
Delegação de Évora:
Apartado 2195, 7001-901 Évora
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Évora - PédeXumbo
Fim de Ano em Évora
29 a 31 de Dezembro 2000 - ÉvoraNeste fim
de ano a Pédexumbo vai organizar uma festa de passagem do Milénio - a acontecer durante
todo o fim de semana de 29 a 31 de Dezembro e cujo programa durante o dia vai ser
preenchido com o ensino de danças cabo-verdianas, orientais e alentejanas. Como vem sendo
hábito nestes eventos, quem quiser pode aproveitar para aprender a dançar durante o dia
e depois praticar ou simplemesmente divertir-se nos bailes à noite.
No dia 30 de Dezembro decorrerão aulas de dança cabo-verdianas, orientais e alentejanas.
Nessa noite a partir das 22h00, há então baile com os Carunchos (Galiza) e Trio Solune
(França).
Já no dia 31, junto à fonte da Praça do Giraldo, será possível assistir a uma
performance de danças orientais, a começar às 21h40. Entretanto as aulas de dança
começarão às 15h00 desenrolando-se pela tarde fora até às 17h30.
A noite da passagem do Milénio será preenchida com bailes animados pelos grupos
At-Tambur, Carunchos, Chocalhos, Duo de Sanfonas (Maria Xosé Lopez e Eduardo Monteiro) e
Salamander - que a partir das duas da manhã prometem fazer dançar pela noite dentro!
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Grupos Presentes
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Trio Solune
O
Trio Solune é uma formação oriunda de França, região da Bretanha - apresentando um
repertório que serve tanto para bailar, como para ouvir e simplemesmente apreciar - a
partir de uma Cornmuse (Gaita francesa), Concertina, Contrabaixo, flauta e percussões.
Este Trio foi uma das grandes sensações no último Andanças 2000 e que agora regressam
ao nosso país para esta festa de fim de ano. 
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Os Carunchos
Os
Carunchos nasceram nos finais de 1995, com um objectivo bem claro: divertir-se e divertir
através da música - a partir da variedade de ritmos e estilos - dando aos espectáculos
uma visão diversificada e descontraída da música que fazem. Os principais instrumentos
utilizados são as gaitas, o tamboril, Sanfona, bombo, conchas, pandeiretas, pinhas,
pandeiro, e sobretudo a voz, presente na mairoría dos temas. O seu repertório abarca
vários estilos de peças, umas populares e outras de autor, sendo algunhas das letras
assinadas por poetas contemporâneos. Há tanto peças de gaita a solo, como também
cantigas populares vindas das mais distintas regiões da galiza - tendo em comum a
inteção de espelhar e perpetuar a vertente lúdica e de festa da música de raiz
tradicional. 
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CordeRoda: Duo de Sanfonas
Maria
Xosé Lopez lidera actualmente os Anamoura, tendo feito parte dos lendários galegos
"Muxicas" - grupo que recentemente deu o seu último fôlego. Eduardo Monteiro,
também do grupo Alambique e do agora recém formado Salamander, desde há muito que
desenvolveu os seus conhecimentos de Sanfona com a Maria Xosé. Este duo interpreta temas
essencialmente para duas sanfonas e duas vozes, de várias regiões europeias. 
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Salamander
Salamander é o mais
recente projecto de Eduardo Monteiro (também dos Alambique) à volta da Música
tradicional Europeia. Salamander conta com o Eduardo na Sanfona, Gaita e Voz, e ainda com
Pedro Duarte na Flauta transversal e Marsten Bailey na guitarra e bouzouki. 
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Chocalhos
Os
Chocalhos surgiram ligados aos bailes de danças tradicionais, movimento que nasceu em
força em Portugal há pouco mais de cinco anos. Neste tipo de espectáculos, o público
é convidado a dançar ao som de música de raiz tradicional portuguesa e europeia tocada
ao vivo - permitindo ao desenvolvimento de danças de roda, cujos passos e movimentos são
ensinados no decorrer dos espectáculos. Trata-se, acima de tudo, de um projecto arrojado
e divertido, capaz de apanhar de surpresa os mais distraídos, com incursões variadas
pelas músicas populares europeias, imprimindo-lhes muitas cores e feitios, em que as
sonoridades de raiz tradicional se recriam e entrecruzam nos timbres e ritmos exóticos
das percussões, ou no pedal de distorção da guitarra eléctrica... 
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At-Tambur
A
ideia de formar este grupo surgiu da vontade de desenvolver música a partir da fusão
tanto de instrumentos como de estilos musicais, quer utilizando temas tradicionais bem
como músicas originais compostas pelo grupo. Essa ideia materializou-se, inicialmente,
nos bailes de danças tradicionais - em que os At-Tambur têm apresentado parte do seu
repertório "transformado" para o formato de baile. A partir das experiências e
sensibilidades musicais diversas dos músicos dos At-Tambur, surge a fusão de ritmos,
onde é possível dançar Scotishs, Mazurcas, An-drós, Valsas, Bourrés, Jigs, Polkas,
Muiñeiras... muitas das vezes servidas com algum sabor a músicas vindas de fora das
fronteiras da europa. 
Oficinas de Dança
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Danças Alentejanas com
Arlindo Ferreira
Arlindo Ferreira
é um simpático e dinâmico acordeonista que empresta os seus dotes à música
tradicional Alentejana. No seu longo percurso como músico tocou em bandas como "Os
fósforos", "Os endiabrados", e a "Orquestra Monumental", todas
de carácter popular. Para além de instrumentista, este entusiasta do folclore é
ensaiador do rancho eborense "A Flor do Alto Alentejo". Este grupo, constituido
por uma dúzia de pares de dança, costuma usualmente promover intercâmbios com outros
ranchos. Destes resulta sempre um enriquecimento desta parte do nosso Património cultural
- a música e danças tradicionais-, que tanto necessita ser preservado, reabilitado, e
divulgado... Nas suas aulas de dança na Festa de Fim-de-ano da PédeXumbo, Arlindo
Ferreira pretende ensinar danças com forte carga histórica no Alto Alentejo, como a
Chotice, o Puladinho, e as Saias, sempre acompanhadas pelo seu acordeão. 
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Prisca
Diedrich orienta um curso de dança oriental que tem como principal objectivo transmitir
modelos próprios e específicos que melhoram a consciência e a expressão corporal,
assim como a sensibilização da percepção e proporciona sobretudo adopção de estilos
de vida saudáveis, multiculturalismo, bem estar, vitalidade e aprendizagem deste estilo
como instrumento lúdico, pedagógico e artístico. São utilizados diversos exercícios
tais como: jogos lúdicos, equilíbrio, respiração, isolamentos e concentração, que
são trabalhados individualmente, aos pares e em grupo, desenvolvendo assim a
consciencialização de percepção e a auto expressão. As técnicas especificas de
Dança Oriental são transmitidas também por combinações dos isolamentos e
minichoreografias. 
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Os
bailes em Cabo Verde tinham e têm uma função fundamental na organização de toda a
comunidade à volta de momentos de convívio e confraternização. A música e a dança
estão ligados por um cordão bem forte, derivado talvez da relação muito estreita das
suas origens primordiais. Os bailes eram animados por grupos acústicos com violino,
violão, cavaquinho, bandolim ou banjo, que mantinham uma relação estreita com o
dançador que com os seus passos e momentos de improvisação influenciava e acompanhava o
músico solista na sua maneira de tocar, e este, por sua vez a ele. É de realçar que
algumas danças caboverdianas acabaram por cair em desuso, perdurando somente o género
musical correspondente, como é o caso do Landum. As danças de pares (Coladera, Morna,
Funaná, Mazurca) são danças em que o homem possui, como quase toda a cultura do
mundo da dança, o cavalheiresco modo de dirigir os passos a seu belo gosto. A sequência
dos passos está dependente do virtuosismo dos dançarinos e, de certa maneira, do espaço
da sala. 
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