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Dança

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Pêtu
Concepção e coreografia: Mano Preto
Direcção musical e música original: Orlando Pantera
Intérpretes e co-criadores: Bety Fernandes, Cacá Oliveira, Cristóvão Rosa, Hélio Santos, Orlando, Pantera, Rosy Timas, Zema Monteiro
Participaram ainda da criação do “pêtu”: Sayonara Brandão, Zenaida Mendes e Zezinho Semedo
Participaram da gravação da banda sonora do “pêtu”: Arlindo Rosário, Ata Djudja, Avelino Lopes, Daniel Rocha, João Monteiro, João Lucas, Malaquias Costa, Sócrates Lima, Magda Gomes, Mano Preto, Orlando Pantera, Zema Monteiro e Zezinho Semedo.
Concepção Cenografia: Mano Preto
Construção Cenografia: Cristóvão Rosa, Pepey Di Dallas, Mano Preto
Figurinos e adereços: Mano Preto
Extracto do Poema: “Adon y Éva di Santiágo“ (dany spínola)
Luzes: Carlos Ramos
Som: Rui Dámaso
Produção executiva: Ana Paquete

Co-produção: DANÇAS NA CIDADE (Lisboa)

Apoios:

C.C.B. – CENTRO CULTURAL DE BELÉM
LUMINÁRIA - MÚSICA
MINISTÉRIO DA CULTURA E COMUNICAÇÃO SOCIAL DE CABO VERDE
BANCO COMERCIAL DO ATLÂNTICO
DIRECÇÃO GERAL DA JUVENTUDE DE CABO VERDE
PRAIA - FM
CENTRO CULTURAL PORTUGUÊS DA PRAIA
CENTRO CULTURAL FRANCÊS DA PRAIA
IPC / INSTITUTO DE PROMOÇÃO CULTURAL
IMPAR / COMPANHIA CABO-VERDIANA DE SEGUROS
MINISTÉRIO DE INFRA-ESTRUTURA E HABITAÇÃO
COMPANHIA CLARA ANDERMATT
PALÁCIO DA CULTURA DA PRAIA

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Companhia Raiz di Polon
Pêtu
Coreografia: Mano Preto
Domingo, dia 10 de Dezembro (21h30)

Pequeno Auditório do CCB - Duração: 50 min.


Pêtu foi estreado em Novembro de 1999 no festival DANÇAS NA CIDADE e recebido de forma entusiasta pelo público, ficando para a história como um dos primeiros passos significativos na criação de uma dança contemporânea cabo-verdiana. O Centro Cultural de Belém aproveita a estadia da companhia para apresentar mais uma vez este trabalho bem humorado e generoso.

Em Pêtu, o coreógrafo Mano Preto fala da cultura e da história de Cabo Verde, da “vivência, no tempo dos ‘sobrados’, entre o preto, o mulato e o branco, a luta pela sobrevivência, o sonho com a chuva”, inspirando-se na rica tradição das danças, músicas e festas populares das ilhas cabo-verdianas: Batuko, Morna, Colá S. Jon, Funaná, os choros e rezas, a festa de Kanizadi...

BAILARINOS
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Mano Preto
Mano Preto, nasceu em Santiago, Cabo Verde.
Começou os seus estudos de dança com Daniel Vieira em 1988.
Em 1991, em conjunto com 3 bailarinos, fundou “Raiz di Polon”, no qual tem participado como coreógrafo, bailarino e produtor. Em 1993 participou, como um dos actores principais, na longa metragem “Ilhéu de contenda”, de Leão Lopes.

Em 1995 participou na curta metragem “Bem Sai Li”, de Giordánio Custódio. Em 1994 foi dançou na peça “Dançar Cabo Verde”, um projecto encomendado por Lisboa Capital Europeia da Cultura. A coreografia foi de Clara Andermatt e Paulo Ribeiro. Em 1995 participou no projecto “CV Sabe” com direcção de Clara Andermatt e com participação de Amélia Bentes, Mónica Lapa e Paulo Ribeiro.

Em 1995 participou, como bailarino, no espectáculo “Cidadi Nos Idade” do grupo musical “Simentera”. Em 1997, o seu trabalho “Até ao fim...”, co-coreografado com Zezinho Semedo, foi apresentado no Teatro da Trindade, em Lisboa. Em 1998, participa, como actor, no vídeo “Ritual de Amor e Morte” de Aldara Bizarro.

Desde 1994, tem coreografado vídeo-clips em parceria com cantores cabo-verdianos, dos quais destaca Boy G. Mendes e Gil and the Perfects;
De Junho 1997 a Agosto de 99, trabalhou com Clara Andermatt na coordenação de produção do projecto “Uma História da Dúvida”.

Em 1999, e a convite do Festival Danças na Cidade, coreografou a peça “Pêtu” com o grupo “Raiz di Polon”, que foi apresentado no Teatro da Taborda em Lisboa, em Novembro 99. Em Dezembro participou como coreógrafo e Bailarino no “1º Encontro de Arte Global”, no Teatro Recreios de Amadora. Em Maio de 2000 participou no “2º Encontro de Arte Global”, no espaço Fala-Só, em Lisboa. Neste momento trabalha na produção do projecto “CV Matrix 25”, com estreia no mês de Dezembro 2000, no C.C.B - Centro Cultural de Belém em Lisboa;


Orlando Pantera
Orlando Pantera, nasceu em Santiago, Cabo Verde.
Em 1989 foi professor de iniciação musical no Ciclo Preparatório de Stª Catarina, em Cabo Verde. De 1988 a 1997 foi professor de Iniciação Musical (Guitarra, Flauta e Canto) no centro Juvenil, em Cabo Verde. Em 1991 participou, como baixista e nos arranjos, na gravação do 1º CD do Grupo Pentágono, em França.

De 1991 a 1994 foi baixista do Quinteto Capeverdeans Jazz Band. De 1992 a 1993 foi professor de guitarra e flauta na escola de Iniciação Musical Pentagrama, em Santiago, Cabo Verde. Em 1992 participou numa formação na Área da Percussão - Preparação de Pequenas Bandas de Percussão - com grupos Ilé Ayé, Muzenza e Olodum, em Salvador da Bahia - Brasil.

Em 1993 ganhou o prémio de Compositor do Ano, em Cabo Verde.
De 1997 a 1998 foi coordenador das actividades culturais, na aldeia Infantil S.O.S. da Assomada, em Cabo Verde. Em 1997, fez a Direcção Musical da peça “Até ao fim...” do grupo “Raiz di Polon”. Em inícios de 1998 fez uma tournée para Portugal, França e Holanda com o cantor cabo-verdiano, Ildo Lobo.

Em 1998 foi um dos representantes de Cabo Verde no 14º Festival de Juventude, em Cuba. Participa, como músico/intérprete, no projecto “Uma História da Dúvida”, de Clara Andermatt.Em 1999, e a convite do Festival Danças na Cidade, criou a música da peça “Pêtu” do grupo “Raiz di Polon”.

Zezinho Semedo
Zezinho Semedo nasceu em Luanda em 1969, mas muito cedo foi para Cabo Verde.Começou a estudar dança com o professor Daniel Rocha (Nhelas).Em 1990, com outros bailarinos, fundou a Companhia Ballet Renato Cardoso.

Em 1991, com Mano Preto e mais 2 bailarinos, fundou Raiz di Polon. Neste grupo tem trabalhado como produtor, bailarino, coreógrafo e percussionista. Em 1994 dançou na peça “Dançar Cabo Verde”, um projecto encomendado por Lisboa Capital Europeia da Cultura. A coreografia foi de Clara Andermatt e Paulo Ribeiro. Em 1995 participou no projecto “CV Sabe” com direcção de Clara Andermatt e com participação de Amélia Bentes, Mónica Lapa e Paulo Ribeiro. Em 1995 participou, como bailarino no espectáculo Cidadi Nos Idade do grupo musical Simentera.

Em 1997, o trabalho Até ao fim..., co-coreografado com Mano Preto, foi apresentado no Teatro da Trindade, em Lisboa. Em Fevereiro de 1998 participou nos workshops de Howard Sonenklar e Francisco Camacho, no âmbito do projecto Dançar o que é nosso. Desde 1994 tem coreografado vídeo-clips em parceria com cantores cabo-verdianos, dos quais destaca Boy G. Mendes e Gil and the Perfects.

Tem desenvolvido trabalho de iniciação à dança na escola Pentagrama, em Santiago. Participou, como intérprete, no projecto “Uma História da Dúvida”, de Clara Andermatt. Em 1999, dançou na peça “Pêtu” com o grupo “Raiz di Polon” no festival DANÇAS NA DIDADE.

Zema Monteiro
Zema Monteiro nasceu na Praia em 1976. Começou os seus estudos em dança no Raiz di Polon, em 1994. Em 1995 participou, como bailarino no espectáculo “Cidadi Nós Idade” do agrupamento musical Simentera. No mesmo ano fez um curso de teatro com duração de 7 meses com a monitora de teatro Náadia de Porto Rico.

Em 1997 participou na peça “Até ao fim...” como bailarino co-criador, apresentado no Teatro da Trindade, em Lisboa. Em Fevereiro de 1998 participou nos workshops de Howard Sonenklar e Francisco Camacho, no âmbito do projecto Dançar o que é nosso. Em Novembro de 1998 participou no 1º encontro internacional DANÇAR O QUE É NOSSO em Lisboa.

Em 1999, estreou-se como coreógrafo no 1º Encontro sobre a Dança na cidade da Praia, Cabo Verde promovido pelo Centro Cultural Francês e participou num workshop de dança contemporânea dirigido pela coreógrafa austríaca Inge Kaindlstorfer.

Também em 1999, entrou como intérprete no projecto “Uma História da Dúvida”, de Clara Andermatt. Em Março de 99 participou num workshop de Nigel Charnock na Fundação Gulbenkian. Em 1999, dançou na peça “Pêtu” com o grupo “Raiz di Polon” no festival DANÇAS NA DIDADE.

Bety Fernandes
Bety Fernandes nasceu em Angola. Começou os seus estudos de dança em Cabo Verde com o “Ballet Renato Cardoso”, em 1991.Em finais de 91 começou a trabalhar com o grupo “Raiz di Polon”, do qual ainda é membro.

Em 1995 participou, como bailarina, no espectáculo “Cidadi Nos Idade” do grupo musical “Simentera”. Em 1997 participou na peça “Até ao fim...” apresentado no Teatro da Trindade, em Lisboa. Em Fevereiro de 1998 participou nos workshops de Howard Sonenklar e Francisco Camacho, no âmbito do projecto Dançar o que é nosso.

Tem participado, como bailarina, em vários vídeo-clips, com cantores cabo-verdianos, com destaque para Boy G. Mendes e Gil and the Perfects.
Tem desenvolvido trabalho de iniciação à dança na escola Pentagrama, em Santiago. Em Novembro de 1998 Participou no 1º Encontro Internacional Dançar o que é nosso, em Lisboa.

Em 1999 participou no trabalho “sukundida”, do grupo Raiz di Polon, apresentado no Encontro sobre a Dança, em Santiago - Cabo Verde.
Tem trabalhado como produtora assistente no projecto Dançar o que é nosso. Em 1999, dançou na peça “Pêtu” com o grupo “Raiz di Polon” no festival DANÇAS NA DIDADE.

Zenaida Mendes
Nasceu em Portugal e fez os seus estudos liceais em Cabo Verde. Em 1992 integrou o grupo “Raiz di Polon”, do qual ainda é membro. Em 1994 dançou na peça “Dançar Cabo Verde”, um projecto encomendado por Lisboa Capital Europeia da Cultura. A coreografia foi de Clara Andermatt e Paulo Ribeiro. Em 1997 participou na peça “Até ao fim...”, do Grupo “Raiz di Polon” apresentado no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Tem participado, como bailarina, em vários vídeo-clips, com cantores cabo-verdianos. Neste momento frequenta o 3º ano do curso de Formação de Professores do Ensino Secundário - Área Educação Visual Tecnológica, em Felgueiras - Portugal. Voltar ao Topo
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