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Principal > Agenda > Agenda Julho 2004
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Espectáculos

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. Músicas do Mundo de Sines: A jovem maturidade .
Está de regresso um dos mais prestigiados festivais de músicas do mundo - nascido em Sines há seis anos e que conquistou o maior dos respeitos entre os aficcionados das músicas de raiz tradicional. Este ano o cartaz é recheado de toda a diversidade musical. Mais... .
. Intercéltico de Sendim: A aposta em pesos pesados .
La Musgaña, Milladoiro e Hedningarda são três dos nomes a pisar o palco no próximo Intercéltico de Sendim. O Intercéltico de Terras de Miranda aposta em nomes sonantes para os ouvidos dos portugueses e vizinhos espanhóis. Dias 30 e 31 de Julho. Mais... .
. Tom de Festa: Músicas do Mundo e muito riso .
De 20 a 24 de Julho, Tondela é irá receber as músicas da alternativa, com Milton Nascimento (Brasil), Timbila Muzimba e Júlio Pereira (Moçambique e Portugal), Trova Camaguana (Cuba), Zeca Baleiro (Brasil) e Manecas Costa (Guiné Bissau), entre outros. Mais... .
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Julho 2004
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Ir para... Festival 7 Sóis 7 Luas: Itinerância em 7 cidades
O Festival Sete Sóis Sete Luas, nascido em 1993, é um projecto promovido por uma Rede Cultural de cerca de 30 cidades de cinco diferentes Países. Cabo Verde, Grécia, Itália, Portugal e Espanha. Em portugal passa por sete localidades. De Junho a Setembro. Mais...
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Dia 1 -

Ana Moura e Joana Amendoeira (Festa do Fado) Mais...
Há dez anos a esta parte que se tem vindo a falar da nova geração do Fado, e particularmente o ano de 2003 marcou o aparecimento de uma novíssima geração de grandes talentos. Entre eles, destacam-se Joana Amendoeira, que se revelou uma surpreendente cantora tradicional, e Ana Moura, outra jovem voz que tem mostrado uma singular capacidade interpretativa. São estas duas jovens e belas fadistas que estarão presentes na segunda parte do tema “Sedução no Feminino”.
Lisboa, CCB - Pequeno Auditório, 5ª Feira, dia 1, 22:00h
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Dia 3 -

Timbila Muzimba e Júlio Pereira Mais...
O espectáculo de Timbila Muzimba e Júlio Pereira, propõe a fusão dos sons africanos mais ancestrais com as gramáticas musicais contemporâneas de todos os lugares — e também com a dança.
Viseu, Sábado, dia 3, 21:30h
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Dia 4 -

Liana, António Zambujo e Paulo de Carvalho (Festa do Fado) Mais...
Paulo de Carvalho é um dos nomes mais mediáticos da canção portuguesa, a quem o Fado deve bastante, pelas suas composições e pelo seu trabalho experimental. António Zambujo tem vindo a revelar-se como um dos mais recentes e apreciáveis talentos da canção de Lisboa, e Liana deixa nela a marca uma abordagem íntima e pessoal, e uma das suas mais novas e frescas vozes.
Lisboa, Castelo S. Jorge, Domingo, dia 4, 21:30h
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Dia 5 -

Timbila Muzimba e Júlio Pereira Mais...
O espectáculo de Timbila Muzimba e Júlio Pereira, propõe a fusão dos sons africanos mais ancestrais com as gramáticas musicais contemporâneas de todos os lugares — e também com a dança.
Coimbra, 2ª Feira, dia 5, 21:30h
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Dia 7 -

Lhasa de Sela
Quando Lhasa de Sela edita em 1998 o seu álbum de estreia “La Llorona”, a maior parte dos críticos não sabe o que dizer. Como definir esta cantora de 25 anos nascida nos EUA de pai mexicano e mãe americana, residente no Québec (Canadá francófono), que canta em espanhol sobre uma música sem nome, assombrada pelos blues, pelas músicas ciganas, pelos ritmos sul-americanos, pelo cabaret ou pela country? Compararam-na a Billie Holiday, Chavela Vargas, Björk, Tom Waits, Jacques Brel, mas Lhasa escapa a todas as definições. Cresceu na carrinha da família, de um lado e do outro da fronteira americano-mexicana, começou a cantar aos 13 anos em São Francisco, descobriu em Montréal em 1991 o cúmplice ideal para a sua música, o guitarrista Yves Desrosiers, com quem seguiu trabalhando após a aclamação de “La Llorona”, culminando no álbum editado em finais de 2003, “The Living Road”. O registo perfeito da itinerância que Lhasa soube transformar numa música inclassificável, teatro de sombras e luzes que a transformou numa das mais estimulantes novas vozes da música global. É “The Living Road” que Lhasa vem apresentar ao Forum Lisboa, parando por uma noite a sua vida de nómada para nos convidar a visitá-la no interior da sua carrinha. Uma visita que merece ser aproveitada efusivamente.
Lisboa, Fórum Lisboa, dia 7, 21:30h
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Dia 9 -

La Bouttine Souirante Mais...
A maior referência da música do Quebéc viaja até Águeda, para uma única apresentação ao vivo no dia 9 de Julho - resultando de um intercâmbio cultural realizado pela d'Orfeu e que levou à convivência a música portuguesa e a música do canadá francófono.
Águeda, Cine-Teatro S. Pedro, 6ª Feira, dia 9, 21:30h
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Timbila Muzimba e Júlio Pereira Mais...
O espectáculo de Timbila Muzimba e Júlio Pereira, propõe a fusão dos sons africanos mais ancestrais com as gramáticas musicais contemporâneas de todos os lugares — e também com a dança.
Moura, 6ª Feira, dia 9, 21:30h
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Jorge Fernando (Festa do Fado) Mais...
Um dos nomes mais importantes do panorama musical português, um dos grandes compositores da actualidade, um dos grandes intérpretes de sempre, um dos produtores mais solicitados, um dos grandes instrumentistas da história da canção de Lisboa.
Lisboa, Fórum Lisboa, 6ª Feira, dia 9, 22:00h
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Dia 10 -

At-Tambur Mais...
Um ano depois de lançar o primeiro disco, o grupo consolida-se e já vai compondo a próxima vaga. Para já, vai aproveitando para dar a conhecer o seu trabalho de estreia em vários palcos do País.
Guimarães, Praça do Município, Sábado, dia 10, 22h
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Dazkarieh (Mestiçal Peninsular) Mais...
Sonoridades festivas e influências tribais no arranque do Mestiçal Peninsular, em noite prolongada para a juventude.
Águeda, Espaço d'Orfeu, Sábado, dia 10, 23:00h
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Quadrilha Mais...
Em 2003 os Quadrilha assinaram aquele que é considerado o melhor e mais maduro trabalho da Banda, trazendo para a folk portuguesa influências de várias paragens e também uma mensagem com ideias em riste, servidas no meio da folia.
Coussos (Ribatejo) - Praça 25 de Abril), Sábado, dia 10, 21:30h
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António Parreira (Festa do Fado) Mais...
António Parreira é um dos mais célebres guitarristas dos últimos quarenta anos. Tocou com quase todos os mais importantes fadistas e instrumentistas de sempre, desde Amália e Alfredo Marceneiro, a Rodrigo, António Mourão e Camané, entre outros. Músico e pedagogo, tem dedicado a sua vida a tocar guitarra e a ensinar a outros a sua arte. Entre os seus alunos destacam-se os dois filhos, Paulo Parreira e Ricardo Parreira, cujo talento e mestria lhes têm vindo a abrir promissoras carreiras. O mestre – que ainda hoje é professor no Museu do Fado – receberá uma justíssima homenagem de carreira, prestada pelos filhos, que serão seus convidados neste concerto. Na viola de fado estará Francisco Gonçalves, que sempre foi seu companheiro musical, e na viola baixo José Elmiro Nunes.
Lisboa, CCB - Pequeno Auditório, Sábado, dia 10, 22:00h
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Mísia
Eduardo Prado Coelho descreve e define desta forma "Canto" - o disco que Mísia dedica à obra de Carlos Paredes: "Poderia não ter sido assim. Às vezes melodias belíssimas podem não resultar quando cantadas noutros formatos. Às vezes uma voz densa e inteligente pode não acertar no registo certo. Às vezes um notável poeta pode não ter um sentido musical. Pegar em peças de Carlos Paredes, de textura complexa e com requebros melódicos inesperados e desconcertantes, era um risco – que apenas um desejo profundo de homenagear um grande nome da cultura portuguesa poderia justificar. Risco tanto maior quanto em muitos casos os ritmos estão já incorporados em nós, fazem parte da melancolia e da tristeza com que por vezes nos habituámos a resistir à morte."
Évora, Palácio Cadaval, Sábado dia 10, 21:30h
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Dia 11 -

Fado Project - Tãnia Oleiro (Festa do Fado) Mais...
O repertório tem a ver com os fados mais imortalizados de sempre, tanto em Portugal como no resto do mundo. Os músicos – dois dos mais importantes instrumentistas da actualidade – são Paulo Parreira (guitarra portuguesa) e Luís Pontes (guitarra clássica). A voz é a de Tânia Oleiro, uma das brilhantes jovens fadistas do momento. A música electrónica (Chill Out) está a cargo de Carlos Juvantes. Fado Project propõe uma fascinante ligação entre o Fado e a música electrónica.
Lisboa, Castelo de S. Jorge, Domingo, dia 11, 22:00h
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Dia 12 -

Sebastião Antunes Trio (Quadrilha) Mais...
Em 2003 os Quadrilha assinaram aquele que é considerado o melhor e mais maduro trabalho da Banda, trazendo para a folk portuguesa influências de várias paragens e também uma mensagem com ideias em riste, servidas no meio da folia.
Odivelas - Recinto das Festas, 2ª Feira, dia 12, 21:30h
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Dia 14 -

Faltriqueira (Mestiçal Peninsular) Mais...
A tradição oral da Galiza por quatro meninas "pandereteiras". Trazem nas vozes um tesouro musical tradicional cheio de frescura que vem conquistando o público português.
Águeda, Espaço d'Orfeu, 4ª Feira, dia 14, 22:00h
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Timbila Muzimba e Júlio Pereira Mais...
O espectáculo de Timbila Muzimba e Júlio Pereira, propõe a fusão dos sons africanos mais ancestrais com as gramáticas musicais contemporâneas de todos os lugares — e também com a dança.
Guarda, 4ª Feira, dia 14, 21:30h
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Dia 16 -

Oreka Tx. (Mestiçal Peninsular) Mais...
A melhor dupla basca de tocadores de txalaparta - quem não se lembra deles no concerto de Kepa Junkera? -, responsáveis por um espectáculo de forte impacto, dando à txalaparta o protagonismo máximo.
Águeda, Espaço d'Orfeu, 6ª Feira, dia 16, 22:00h
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Arrefole
Os Arrefole são um grupo recente, composto por músicos oriundos do Porto, reunidos à volta da sonoridade da gaita de foles... e não só.
Maia, Casa do Alto - Pedroços/Maia, 6ª Feira, dia 16, 21:30h
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"Regressos" - Camané, Argentina Santos e Abou-Khalil
Juntos os fadistas Camané e Argentina Santos e o libanês, tocador de alude árabe, Rabih Abou-Khalil, no espectáculo "Regressos", com direcção cénica de Ricardo Pais.
Porto, Teatro S. João, 6ª Feira, dia 16, 21:30h
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Dia 17 -

"Regressos" - Camané, Argentina Santos e Abou-Khalil
Juntos os fadistas Camané e Argentina Santos e o libanês, tocador de alude árabe, Rabih Abou-Khalil, no espectáculo "Regressos", com direcção cénica de Ricardo Pais.
Porto, Teatro S. João, Sábado, dia 17, 21:30h
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Dia 18 -

At-Tambur Mais...
Um ano depois de lançar o primeiro disco, o grupo consolida-se e já vai compondo a próxima vaga. Para já, vai aproveitando para dar a conhecer o seu trabalho de estreia em vários palcos do País.
Carrazede de Ansiães (Festival de Música Antiga), Domingo, dia 18, 21:30h
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Quadrilha Mais...
Em 2003 os Quadrilha assinaram aquele que é considerado o melhor e mais maduro trabalho da Banda, trazendo para a folk portuguesa influências de várias paragens e também uma mensagem com ideias em riste, servidas no meio da folia.
Fernão Joanes - Recinto das Festas, Domingo, dia 18, 22:00h
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Cristina Branco e Brigada Victor Jara (Festa do Fado) Mais...
Para encerrar o Ciclo “Por Ruas e Vielas”, teremos oportunidade de ver e ouvir o talento, frescura e autenticidade de outros dois notáveis representantes da música portuguesa: Cristina Branco e a Brigada Victor Jara.
Lisboa, Castelo de S. Jorge, Domingo, dia 18, 22:00h
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Dia 19 -

Uxu Kalhus (Mestiçal Peninsular) Mais...
Harmonias arrojadas e arranjos endiabrados num grupo que está a tocar melhor que nunca. Corridinhos, Mazurcas, Chotiças e muito mais com a pureza acústica e a potência elétrica. Um resultado explosivo que põe tudo à roda (ou em filas, conforme a dança).
Águeda, Espaço d'Orfeu, 2ª Feira, dia 19, 22:00h
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Dia 20 -

Milton Nascimento + Filantropia (Tom de Festa) Mais...
Abertura do festival com o brasileiro Milton Nascimento e os Filantropia, de Moçambique.
Tondela, 3ª Feira, dia 20, 21:30h
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Encontros da Eira (Raizes do Atlântico) Mais...
Uma das formações Madeirenses com mais discos vendidos, tendo batido vários "recordes" no arquipélago.
Funchal, Praça do Município, 3ª Feira, dia 20, 21:30h
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Teáda (Raizes do Atlântico) Mais...
Um dos grupos irlandeses considerado por alguma imprensa como revelação e ao mesmo tempo garante de continuidade de um estilo e de virtuosimo para a música Irlandesa.
Funchal, Praça do Município, 3ª Feira, dia 20, 23:00h
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Quarteto Svindel e Simon Stalspets
Sérgio Crisóstomo e António Nogueira no violino, Gonçalo Ruivo na viola e Hugo Fernandes no violoncelo, actuam em quarteto ao lado do compositor Sueco Simon Stålspets, também intérprete de mandola. O repertório é baseado em obras tradicionais da Suécia, e que irão ser apresentadas no Festival Musicatlântico, nos Açores - um certame que promove uma programação mista entre o erudito e o popular - de resto, a abordagem musical apresentada por esta formação (que quando se apresentou pela primeira vez, deu-se a conhecer pelo nome de Quarteto Polaris).
Açores, C. Cult. de St. Cruz da Graciosa, 3ª Feira, dia 20, 21:30h
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Dia 21 -

Banda d'Alem (Raizes do Atlântico) Mais...
Um dos grupos da Madeira, interessado principalmente na divulgação do riquíssimo património cultural da região.
Funchal, Praça do Município, 4ª Feira, dia 20, 21:30h
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Nass Marrakech (Raizes do Atlântico) Mais...
Já conhecidos entre os portugueses, os marroquinos regressam agora ao Funchal - aparecendo como, provavelmente, o maior cabeça de cartaz.
Funchal, Praça do Município, 4ª Feira, dia 20, 23:00h
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Quarteto Svindel e Simon Stalspets
Sérgio Crisóstomo e António Nogueira no violino, Gonçalo Ruivo na viola e Hugo Fernandes no violoncelo, actuam em quarteto ao lado do compositor Sueco Simon Stålspets, também intérprete de mandola. O repertório é baseado em obras tradicionais da Suécia, e que irão ser apresentadas no Festival Musicatlântico, nos Açores - um certame que promove uma programação mista entre o erudito e o popular - de resto, a abordagem musical apresentada por esta formação (que quando se apresentou pela primeira vez, deu-se a conhecer pelo nome de Quarteto Polaris).
Açores, Igreja S. Roque do Pico, 4ª Feira, dia 21, 21:30h
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Dia 22 -

Terrakota (Tom de Festa) Mais...
Apresentação ao vivo do novo disco de originais de uma das melhores bandas portuguesas ao vivo - cujo segundo álbum confirma o enorme talento desta formação inspirada nos sons de uma África sem fronteiras.
Tondela, 5ª Feira, dia 22, 21:30h
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Eliseu Parra (Mestiçal Peninsular) Mais...
Eliseo Parra, que se apresenta com todo o seu grupo, é um grande divulgador da música tradicional peninsular, capaz de recolher o melhor da tradição ibérica para a reler e dotar com o seu talento de uma surprendente modernidade.
Águeda, Espaço d'Orfeu, 5ª Feira, dia 22, 22:00h
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Timbila Muzimba e Júlio Pereira Mais...
O espectáculo de Timbila Muzimba e Júlio Pereira, propõe a fusão dos sons africanos mais ancestrais com as gramáticas musicais contemporâneas de todos os lugares — e também com a dança.
VIla Nova de Foz Coa, 5ª Feira, dia 22, 21:30h
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Tucanas (Raizes do Atlântico) Mais...
Cinco percussionistas realizam um espectáculo cénico, musical e muito percussivo.
Funchal, Praça do Município, 5ª Feira, dia 22, 21:30h
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Dia 23 -

Timbila Muzimba com Júlio Pereira (Tom de Festa) Mais...
O espectáculo de Timbila Muzimba e Júlio Pereira, propõe a fusão dos sons africanos mais ancestrais com as gramáticas musicais contemporâneas de todos os lugares — e também com a dança.
Tondela, 6ª Feira, dia 23, 21:30h
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Melian (Raizes do Atlântico) Mais...
Uma banda madeirense, que tem fezito o seu percusso musical em vários palcos do Arquipélago.
Funchal, Praça do Município, 6ª Feira, dia 23, 21:30h
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Dia 24 -

Zeca Baleiro + Manecas Costa (Tom de Festa) Mais...
Primeiro o espectáculo de um brasileiro há muito ligado aos sons alternativos de um Brasil em constante revolução musical, depois sobe ao palco a Música do Guineense Manecas Costa - internacionalmente revelado há mais de um ano e que agora começa a conquistar os palcos portugueses.
Tondela, Sábado, dia 24, 21:30h
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Timbila Muzimba e Júlio Pereira Mais...
O espectáculo de Timbila Muzimba e Júlio Pereira, propõe a fusão dos sons africanos mais ancestrais com as gramáticas musicais contemporâneas de todos os lugares — e também com a dança.
Monsaraz, Sábado, dia 24, 21:30h
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Xarabanda (Raizes do Atlântico) Mais...
Trata-se de uma verdadeira instituição da música da Madeira, com um currículo repleto de concertos - a par de várias actividades de pesquisa e recuperação do património do Arquipélago.
Funchal, Praça do Município, Sábado, dia 24, 21:30h
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Aldina Duarte
Aldina Duarte, fadista há dez anos, tem sido apontada como a grande revelação de uma geração mais recente do fado, e o seu disco de estreia tem obtido excelentes críticas nos meios especializados. A fadista é uma conhecida letrista no meio do fado, tendo escrito poemas para vários outros fadistas, como Camané, Joana Amendoeira, entre outros.
Almada, Fórum Romeu Correuia, Sábado dia 24, 21:30h
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Tito Paris e Bau
Tito Paris é a voz da diáspora caboverdiana em Lisboa, a ponte criativa entre dois universos afastados fisicamente mas aproximados pelo poder da música e pela emoção da saudade. Multi-instrumentista, cantor, compositor, é como guitarrista que Tito Paris começa por se impôr, trabalhando em Lisboa com nomes tão díspares como Rui Veloso ou Bana, e, mais tarde, com Cesária Évora. Mas a sua música é a encarnação perfeita da diáspora, ao integrar nas suas composições e no seu estilo marcados pela tradição caboverdiana influências e citações de muitas outras músicas, dos blues ao samba. Autor de seis álbuns aclamados como discos de referência da moderna música de Cabo Verde Tito Paris trará o calor e a emoção africanas para aquecer o anfiteatro Keil do Amaral nesta noite de Verão. Bau, desde que em Setembro de 1999, deixou a direcção musical da banda de Cesária Évora, ao pianista Nando Andrade, Bau voltou ao Mindelo. Na tranquilidade da ilha, este "virtuoso das cordas", tem concebido obras repletas de elegância e subtileza a que já habituou o seu público. Em 2002 viu um dos seus temas, "Raquel", ser integrado por Pedro Almodóvar na banda-sonora de "Fala com Ela". Agora em Lisboa vai actuar em nome próprio e ao lado de Tito Paris para mostrar um pouco do seu quinto disco de originais "Silêncio".
Lisboa, Audit. Keil do Amaral, Parque de Monsanto, dia 24, 21:30h
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Dia 29 -

Ronda dos Quatro Caminhos (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
É o projecto mais ousado alguma vez levado a cabo tendo como ponto de partida a tradição do cante alentejano. Juntando no mesmo palco seis grupos corais (Moura, Campo Maior, Évora, Serpa, Baleizão e Aldeia Nova de São Bento), uma orquestra de 45 elementos (Sinfonietta de Lisboa) e os músicos da Ronda dos Quatro Caminhos, “Terra de Abrigo” (cujo disco homónimo foi lançado em 2003), será um espectáculo para a história do Festival Músicas do Mundo e da música do Alentejo. A música clássica encontra a música popular e o resultado é uma beleza grandiosa mas sem pompa, é a sofisticação das formas, mas sem artificialismo. Pelo seu próprio peso, o roteiro de apresentação ao vivo de “Terra de Abrigo” tem sido seleccionadíssimo. Sines, obviamente, não podia ficar de fora.
Sines, Castelo, 5ª Feira, dia 29, 21:30h
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Warsaw Village Band (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
A BBC Radio3 considerou-os o melhor novo grupo a surgir no circuito da world music no último ano. Com uma abordagem à música tradicional semelhante a grupos escandinavos como os Hedningarna (que trouxeram a Sines milhares de jovens de todo o país em 2002), vão buscar às raízes o que nelas há, na origem, de mais excitante e moderno. É música das aldeias polacas para o público da aldeia global, três rapazes e três raparigas que usam vozes, cordas e poderosíssimas percussões para criar um concerto em que o convite à dança é permanente. Orgulhosamente acústica, criadora do estilo “bio techno” (ou “hardcore folk”), a Warsaw Village Band tem tudo para proporcionar um dos mais vibrantes concertos jovens do festival.
Sines, Castelo, 5ª Feira, dia 29, 23:00h
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Dia 30 -

Marenostrum (Intercéltico de Sendim) Mais...
A abrir o festival, apresenta-se no palco do recinto principal do festival o grupo algarvio Marenostrum, na sequência da sua vitória no I Arribas Folk – Concurso Nacional de Música Folk (realizado em Sendim em 20 de Dezembro de 2003). Trata-se de um colectivo que apresenta uma música muito bem elaborada e integrando diferentes sensibilidades musicais, geradora de grande interacção com o público, que vai constituir uma verdadeira surpresa e irrefutável prova da vitalidade expressiva da nova folk portuguesa.
Sendim, 6ª Feira, dia 30, 22:30h
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Fred Morrison e Jamie McManemy (Intercéltico de Sendim) Mais...
Segundo concerto da noite, com os escoceses Fred Morrison e Jamie McManemy (gaita de foles escocesa e bouzouki, respectivamente): para quem pensava que já tinha escutado tudo no que se refere às populares gaitas de foles a surpresa vai ser total. Virtuosismo e velocidade, paixão e arrebatamento são palavras pronunciadas por muitos dos que já tiveram o privilégio de assistir a um concerto desconcertante deste magnifico duo.
Sendim, 6ª Feira, dia 30, 23:00h
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Milladoiro (Intercéltico de Sendim) Mais...
E a noite de abertura do festival terminará, no recinto principal, com um concerto da quintessência da folk galega, a cargo dos Milladoiro, que é só o maior e mais importante grupo de sempre da Galiza. A noite acabará em estado de total rendição ao sortilégio da grande música folk do nosso inteiro contentamento, pela via destes magos da música folk galega, logo mais se prolongando a vida na Taberna dos Celtas, local onde tudo acontece até muito depois de o galo ter cantado em Sendim.
Sendim, 6ª Feira, dia 30, 00:30h
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Savina Yannatou (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
Poucas cantoras europeias da actualidade terão tanto prestígio quanto a grega Savina Yannatou. Com formação na música antiga, Savina tem-se vindo a aproximar da música tradicional através de uma abordagem que deve muito à sua formação erudita, mas também ao jazz mais vanguardista e às técnicas de improvisação. Acompanhada pela sua banda, “Primavera en Salonico”, desde 1993, Savina tem reunido um repertório baseado nas riquíssimas tradições da música mediterrânica, da Grécia à Espanha, de Israel à Itália, da Sardenha ao Magrebe. Oriente e ocidente encontram-se na sua voz de recursos e expressividade únicos, mas também na rica instrumentação da sua banda. É difícil conceber uma música mais refinada. » Foto de alta resolução.
Sines, Castelo, 6ª Feira, dia 30, 21:30h
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David Murray (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
Sexta-feira vai ser, definitivamente, um dia dos grandes. Depois de Savina, um mito do jazz mundial, Pharoah Sanders, integrado no projecto Creole III, de David Murray. A última vez que Sanders e Murray colaboraram, em 1988, o resultado foi um Grammy. Desta vez, o pretexto é um projecto que funde as estruturas harmónicas do jazz com os ritmos do “Ka Drum” de Guadalupe (Índias Ocidentais Francesas) e a riqueza do falar crioulo. Companheiro de John Coltrane na sua fase mais “free”, Pharoah tem um dos saxs tenores com mais personalidade da história do jazz. E David Murray é o músico emocionante que se conhece. Música composta, improvisação e muita empatia entre gigantes, vão decerto criar este ano mais momentos de ouro da passagem do jazz world por Sines.
Sines, Castelo, 6ª Feira, dia 30, 23:00h
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Tom Zé (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
A figura mais misteriosa e radical do movimento tropicalista brasileiro vem ao Festival de Sines. Companheiro (e fonte de inspiração) de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethania e Gal Costa, o extraordinário Tom Zé raramente sai do Brasil e vai ser um privilégio trazê-lo a Portugal (onde só tinha estado antes na Expo’98 e para um pequena actuação). Musicalmente experimentalista e com textos irónicos e altamente politizados, nunca foi um artista de massas. Nos últimos anos, muito por graça de David Byrne - que fez dele o primeiro artista da sua editora Luaka Bop -, o público e as melhores salas de todo o mundo, têm-se aberto à sua música singular. A revista Rolling Stone considerou a sua antologia lançada nos EUA um dos 10 melhores discos dos anos 90. Lúcido, criativo e irreverente, o concerto de Tom Zé será, mais do que um espectáculo musical, um experiência cultural completa.
Sines, Castelo, 6ª Feira, dia 30, 00:30h
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Vera Mantero (Verão em Tavira '04) Mais...
A coreógrafa e bailarina Vera Mantero acompanhada por Pedro Pinto na guitarra, canta Caetano Veloso, genial compositor, poeta e cantor brasileiro. O uso da voz no trabalho não é recente, faz parte da sua visão de "performer", usando todos os meios que o corpo necessita para se exprimir. Sente-se muito próxima daquilo que a música, a poesia e a arte de Caetano Veloso libertam: algo próximo do trágico e da generosidade, da dor e do amor, da morte e da possibilidade. Este "concerto" foi criado em Setembro de 2000 para o evento "Uma tarde de poesia" do Festival WAY em Lisboa, e tem sido apresentado em várias cidades de Portugal, França, Bélgica e Alemanha.
Tavira, Convento do Carmo, 6ª Feira, dia 30, 21:30h
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Chcuhurumel (Romances) Mais...
É o projecto mais ousado alguma vez levado a cabo tendo como ponto de partida a tradição do cante alentejano. Juntando no mesmo palco seis grupos corais (Moura, Campo Maior, Évora, Serpa, Baleizão e Aldeia Nova de São Bento), uma orquestra de 45 elementos (Sinfonietta de Lisboa) e os músicos da Ronda dos Quatro Caminhos, “Terra de Abrigo” (cujo disco homónimo foi lançado em 2003), será um espectáculo para a história do Festival Músicas do Mundo e da música do Alentejo. A música clássica encontra a música popular e o resultado é uma beleza grandiosa mas sem pompa, é a sofisticação das formas, mas sem artificialismo. Pelo seu próprio peso, o roteiro de apresentação ao vivo de “Terra de Abrigo” tem sido seleccionadíssimo. Sines, obviamente, não podia ficar de fora.
Castanheira (Guarda), Largo do Calvário, 6ª Feira, dia 30, 21:30h
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Dia 31 -

Llangres (Intercéltico de Sendim) Mais...
Llangres são uma das mais aplaudidas formações da nova vaga da folk asturiana, fazendo contrastar a tranquilidade da harpa céltica com a vertigem das gaitas de foles e violinos.
Sendim, Sábado, dia 31, 21:30h
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La Musgaña (Intercéltico de Sendim) Mais...
La Musgaña, um dos mais importantes grupos que nos chega de terras de Espanha. Para quem porventura já tenha assistido a um concerto deste grupo terá a oportunidade de constatar como continuam a justificar o facto de serem uma das mais importantes referencias ibéricas da folk europeia.
Sendim, Sábado, dia 31, 23:00h
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Hedningarna (Intercéltico de Sendim) Mais...
Os hedningarna são provenientes da Suécia, é uma daquelas formações que nasceram sob os auspícios da autêntica transformação de tudo quanto tinha sido feito antes de aparecerem, com um proposta de modernidade enraizada a todos os títulos surpreendente: um verdadeiro vulcão de criatividade, uma autêntica convulsão sonora.
Sendim, Sábado, dia 31, 00:30h
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Septeto Roberto Juan Rodriguez (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
O que faz um percussionista cubano que não é judeu a tocar música judia? Faz música. “Danzón de Moises”, que começou por ser um disco para se tornar num projecto, é um caso de cruzamento tão inesperado quanto bem sucedido. Tanto na ilha como em Miami, Roberto Juan Rodriguez teve contacto com a comunidade judia e foi-se apercebendo dos pontos em comum entre as duas culturas e as duas expressões musicais (nomeadamente com a componente mais europeia da música cubana). O resultado foi a invenção da “salsa-klezmer” (os dois ingredientes são ligados pelo jazz), que não é a música dos judeus cubanos, mas, ao ouvir-se, parece uma destilação dos séculos. Muito humor, fortes ritmos e algumas reminiscências impressionistas vão estar juntos no concerto de Sines, que será também ocasião para a apresentação do disco “Baila Gitano Baila”, a estrear em Junho.
Sines, Castelo, Sábado, dia 31, 21:30h
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Rokia Trairé (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
O Mali é uma das nações africanas com mais rica tradição musical. É o país-natal de grandes nomes como Ali Farka Touré ou Oumou Sangaré. E agora também pode orgulhar-se de ser o berço de Rokia Traoré, uma das mais novas estrelas da música do continente, nomeada para melhor artista africana nos prémios da BBC Radio 3 e vencedora do prémio da crítica. Com letras que abordam corajosamente os problemas da vida das mulheres na sociedade africana e arranjos de uma delicadeza comovente, que juntam instrumentos tradicionais a muito comedidos contributos ocidentais, Rokia já foi, pela profundidade e timbre sublimes da sua voz, chamada a “Joni Mitchell” africana. É uma comparação que prestigia, mas reduz. Porque Rokia é um caso verdadeiramente único na música mundial.
Sines, Castelo, Sábado, dia 31, 23:00h
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Femi Kuti (Músicas do Mundo de Sines) Mais...
Femi Kuti é filho de Fela Kuti, criador do movimento Afrobeat e uma das maiores figuras da música africana no século XX. Membro da banda do pai, Femi soube desde cedo evitar que o peso artístico do seu progenitor o esmagasse. E em vez de desbaratar a herança do génio de Fela através de uma imitação menor, investiu-a na criação de um percurso e de uma identidade própria. Foi assim que, por direito próprio, se tornou um dos grandes nomes da world music nos nossos dias, uma presença desejada em Sines desde os primeiros anos do festival. Um performer de energia inesgotável, a música de Femi (que canta e toca saxofone) é uma mistura dos ritmos africanos com o jazz e o funk. Ultimamente, as suas letras de alcance político e social têm encontrado novo veículo nalgumas aproximações ao hip hop. Sensual e explosiva, é a música perfeita para o encerramento com fogo-de-artifício.
Sines, Castelo, Sábado, dia 31, 00:30h
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Ronda do Jarmelo (Romances) Mais...
A "Ronda do Jarmelo" é um grupo com características inéditas, que recanta canções de outros tempos e toca instrumentos musicais ou ferramentas da região da antiga vila medieval do Jarmelo. Entre os instrumentos que tocam contam-se o jarmelino (imitação do "cantar" dos rodados de carros de bois), a tesoura, a peneira com grãos de cereais, a bigorna do ferreiro, as pandeiretas e as garrafas. O grupo é constituído por 25 elementos com idades compreendidas entre os 20 e os 80 anos.
Castanheira (Guarda), Largo do Outão, Sábado, dia 31, 21:30h
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José Barros e Navegante (Romances) Mais...
A principal característica do projecto Navegante é a criação, ou recriação, de temas tradicionais das várias regiões de Portugal, respeitando as raízes de um passado recente, mas não esquecendo o presente, dando prioridade aos instrumentos tradicionais nas sonoridades e potencialidades de cada um deles e ao canto, como forma espontânea das artes que o povo expressa. Este espectáculo parte da ambição inerente a um trabalho fortemente temático, por se obrigar a diversificar sobre si mesmo, a partir de textos longos e que contam histórias, que tem de ser ouvidas com a mesma importância que a música que as veste.
Castanheira (Guarda), Largo do Outão, Sábado, dia 31, 22:30h
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