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Um trabalho em nome próprio e feito com originais do próprio José Barros
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Já com o disco de estreia editado, nascem os Lumen, das cinzas dos Roldana Folk.
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Um curioso disco feito de uma peça contínua, dividida em 13 temas.

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Tora Tora Big Band: O Jazz que dá para dançar
Um disco de estreia, que consagra uma longa experiência de palco.

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Novo! Mandrágora: Descobrir o Tesouro
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Dazkarieh: Espanta Espíritos
Segundo disco de um projecto em torno da "World Music".
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Lhaços da Freixenosa
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Instrumento com presença em todo o país e fortemente ligado às nossas tradições populares.

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Novo! Canto da Terra Website que dá acesso a cerca de 1500 letras tradicionais.
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Quadrilha: Folk e Intervenção
Site oficial do projecto de Sebastião Antunes.

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Fique aqui com várias sugestões de outras músicas, alternativas, a partir de uma selecção de novos lançamentos discográficos ou simplesmente de discos que passaram a estar disponíveis no mercado português ao longo do ano. Mais...
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Ventos do Oriente, Ventos do Ocidente no Olga Cadaval
O espectáculo “Ventos do Oriente, Ventos do Ocidente” apresenta em palco e em simultâneo duas áreas de dança até agora distintas, fazendo a união entre a cultura Ocidental e Oriental. Mostra numa primeira abordagem a antítese de dois mundos aparentemente distantes, revelando em seguida, através dos movimentos, elementos, compassos e ritmos, a essência comum, traduzindo-se na convergência de duas culturas. Dias 10 e 11 de Fevereiro, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra (22 horas).
(31 de Janeiro)

Marenostrum ao vivo em Faro
No próximo dia 10 de Fevereiro, ás 23h, os Marenostrum vão apresentar Almadrava, o seu trabalho mais recente, na sala da Associação Os Artistas, em Faro. Este concerto é mais uma oportunidade de assistir à arte de integrar diferentes influências musicais. Em Almadrava, os Marenostrum acentuam a utilização dos ritmos algarvios do Corridinho e do Baile Mandado, para os fundirem com sons do Norte de África, de Cabo Verde e com os trepidantes ritmos Klezmer da tradição judaica da Europa Central.
(30 de Janeiro)

Ciclo "Almas Gémeas" em Torres Vedras
O Ciclo "Almas Gémeas" teve início, no Teatro-Cine de Torres Vedras, no dia 21 de Janeiro, com um Concerto de Fado Tradicional. As vozes de Andreia Matias, Cristina Santos e Luís Maia, acompanhadas da viola de Eduardo Lemos e da guitarra de João Chitas, deram corpo a este espectáculo. Neste Ciclo propõe-se entrelaçar músicas paradoxalmente similares – o Fado e o Tango - , unindo o "mais profundo sentir" que apenas algumas culturas possuem, numa verdadeira simbiose de artistas internacionais e locais. "Almas Gémeas" será, assim, fio condutor de duas grandes tradições, que nos irão retratar modos de exprimir e nos proporcionarão raros momentos de paixão com tons e sons em 6 espectáculos diferentes.
(29 de Janeiro)

TriCiclo: os ciclos improvisação
O TriCiclo arranca em Fevereiro, com o carimbo de festival do experimentalismo no passaporte. Rola todos os fins-de-semana de Fevereiro na meia-tenda do Espaço d’Orfeu. Todas as sextas e sábados pelas 21h45 são visitadas por criativos em fusão. Os Experimentadores que normalmente agitam a associação juntam-se num formato particular para o TriCiclo (filho do BiCiclo de 2005 e neto do Ciclo da Voz de 2004). O formato desta edição traz surpresas para todos: o primeiro fim-de-semana vai ser dedicado exclusivamente a solos dos participantes, que no 2º fim de semana serão cruzados entre si dando lugar a duos, convergindo linguagens; no 3º fim de semana a fusão leva aos trios e por fim, no último, apresenta-se uma fusão global do percurso desenvolvido durante todo o tempo do evento. Como o preço do bilhete é à medida de cada pessoa, o festival promete um ambiente espontâneo, aquecido e solto das amarras. Todas as sextas e sábados de Fevereiro 21h45, na meia-tenda do Espaço d’Orfeu, em Águeda.
(28 de Janeiro)

Nova Lei da Rádio exige música portuguesa
A nova Lei da Rádio, votada e aprovada na terça-feira à noite na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, obriga que todas as rádios passem entre 25% a 40% de música portuguesa das 7h00 e à 20h00. Para além disso, 60% do que é exigido tem de ser música portuguesa composta ou interpretada por cidadãos da União Europeia em língua portuguesa. Segundo refere o Diário Digital, ficou também estabelecido que 35% da programação terá de ser preenchida por novidades (editadas nos seis meses anteriores). A nova lei, cuja infracção implica multas que variam entre os três mil e os 50 mil euros, seguirá agora para votação global em plenário da Assembleia da República.
(27 de Janeiro)

Luso Tango em Torres Vedras
Inserido no Ciclo "Almas Gémeas", o Teatro-Cine de Torres Vedras vai ser palco no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 21h30, de um espectáculo de Música e Dança com o grupo "Luso Tango". Esta formação baseia o seu reportório nas músicas de Astor Piazzolla, referência incontornável do tango, cujo trabalho se constitui como uma inovação, um engrandecimento na cultura musical da Argentina e do mundo ocidental. Este espectáculo, em que os seus intervenientes se entregam de forma plena, será sempre uma vivência inesquecível na comunicação de sentimentos e paixões. "LusoTango" é composto por cinco músicos e tem como convidados um par de bailarinos argentinos e uma cantora.
(25 de Janeiro)

"Crua": O novo disco de Aldina Duarte
No dia 23 de Janeiro chega às lojas o segundo disco da fadista Aldina Duarte, "Crua". Com letras de João Monge e música dos fados tradicionais, o disco vem afirmar o nome de Aldina Duarte na galeria das melhores fadistas da sua geração. Já em fase de promoção, a fadista apresenta os novos temas no programa "Viva a Música" da Antena 1 na próxima quinta-feira, dia 26 de Janeiro, às 16h. "Crua" é uma edição da EMI Music Portugal.
(24 de Janeiro)

Jon Luz: Cabo-Verde no Speakeasy
Na noite do dia 26 de Janeiro, o músico cabo-verdiano apresenta temas originais da sua autoria no Speakeasy em Lisboa. Depois de acompanhar e compor para artistas como Maria Alice, Tito Paris ou João Afonso, Jon Luz lança em breve o seu primeiro CD a solo no qual combina de modo particular os ritmos tradicionais cabo-verdianos com as sonoridades contemporâneas da world music.
(23 de Janeiro)

José Barros e Navegante ao vivo no Seixal e em Lisboa
José Barros irá apresentar-se ao vivo no Seixal e em Lisboa, respectivamente nos dias 26 e 27 de Janeiro. Nestes espectáculos o cantor e compositor apresenta temas da sua carreira com os Navegante - que recentemente reuniu num disco gravado ao vivo no Centro Olga Cadaval, em Sintra. O espectáculo no Seixal realiza-se no C.a.i.s Centro de Artes e Ideias Sonoras, Toca A Rufar, a partir das 22:30h. No dia seguinte, é o Mercado da Ribeira o palco escolhido para acolher esta formação de música tradicional portuguesa. Em Lisboa, o concerto começa às 23 horas.
(22 de Janeiro)

Quadrilha com novo disco "Ao Vivo"
Depois de vários anos de existência e cinco discos editados, a Quadrilha grava o seu primeiro disco ao vivo. Nos dias 26 e 27 de Janeiro, o grupo revisitará os maiores sucessos da sua carreira (com inclusão de alguns temas inéditos) no palco do Fórum Romeu Correia em Almada. Os Quadrilha são: Sebastião Antunes – guitarra, voz e bouzouki; Rui Rechena – baixo; Nick Cooke – violino; Luís Bento – bateria; Amadeu Magalhães – bandolim, gaita de foles; Pierre Escodo – concertina Neste espectáculo contarão ainda com os convidados: Tiago Pereira – percussões; Luís Peixoto - bouzouki. O disco será editado ainda em 2006.
(21 de Janeiro)

Maria Alice no Auditório José Manuel Figueiredo
A cabo-verdiana Maria Alice vai animar a noite do dia 21 de Janeiro no Auditório José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira. No concerto que tem início às 22h, Maria Alice apresenta canções do seu mais recente álbum "Lágrima e Súplica" e relembra outras mornas e coladeiras do seu repertório. A intérprete será acompanhada por Humberto Ramos (piano), Jon Luz (cavaquinho), Costa Neto (baixo), Daniel Salomé (clarinete) e Tony Bat (percussão).
(20 de Janeiro)

Dançar Amália além fronteiras
A Companhia de Dança Contemporânea dirigida por Vasco Wellenkemp, realiza uma digressão pela Alemanha e Luxemburgo com o bailado "Amaramália - Abandono", muito aplaudido pela crítica internacional. "Amaramália - Abandono" foi apresentado em 2004 e 2005 nos Estados Unidos e Itália, respectivamente, tendo colhido os maiores elogios da crítica. O jornal The New York Times considerou a coreografia como "entre o que melhor se viu na temporada". Por seu lado, a jornalista italiana Paola Bruna, do Il Gazzettino, deu conta dos "intermináveis aplausos" do público após a apresentação no Teatro Toniolo, em Mestre (Nordeste Itália). Entre Janeiro e Fevereiro, com o apoio do Instituto Camões, "Amaramália" apresentar-se-á em três palcos alemães e no Théâtre de la Ville na capital Luxemburguesa. O bailado é uma homenagem à fadista Amália Rodrigues, intercalando a coreografia fados por si criados com música composta por Carlos Zíngaro. Quinta e sexta-feira próximas os bailarinos portugueses apresentam-se no Theater im Pfalzbau em Ludwigshafen, seguindo para Remscheid, ainda na Alemanha, onde dia 29 dançam no Teo Otto Theater. Dia 31 passam a fronteira para subir ao palco do Théâtre de la Ville, na Cidade do Luxemburgo e 02 voltam a solo alemão para actuar no Burghof de L¸rrach. Segundo a jornalista Anna Kisselgoff, do New York Times, "a coreografia de Vasco Wellenkamp revelou-se perfeita para captar" a mensagem dos dez fados escolhidos de Amália Rodrigues. As bailarinas Patrícia Henriques e Rita Reis merecem um destaque ao lado dos dançarinos Gúzman Rosado e Gustavo Oliveira, este último qualificado como "extraordinário bailarino". Além destes bailarinos a companhia é composta por Catarina Carvalho, Emílio Cervelló, Ana Lúcia Lucaciu, Alexia Barro, Liliana Mendonça, José Roman, Cláudia Sampaio, Ricardo Teixeira, Teresa Silva, César Fernandes, Miguel Ramalho e Diana Quintas. Roberto Lamantea do La Nouova Venezia refere-se aos bailarinos portugueses como "absolutamente estupendos". Para o coreógrafo Vasco Wellenkemp esta é uma "homenagem à voz" que tornou o fado universal, uma voz "que se fez lamento, dor e pranto do nosso povo". Emma Manning da revista Dance Europe, referindo-se à estética do bailado escreveu que "dando corpo à tristeza, a peça abala a psique para se reconciliar com o destino".
(19 de Janeiro)

Maria Ana Bobone lança "Nome de Mar"
A fadista, já conhecida do público pelas suas participações em projectos de fado e em discos partilhados com Ricardo Rocha e João Paulo Esteves da Silva, edita o seu primeiro disco em Portugal. "Nome de Mar", título de um poema de Manuel Alegre, é um convite a uma abordagem diferente dentro do género. Com direcção musical de Ricardo Rocha, o disco apresenta temas que revelam um estilo único, tornando ténues as fronteiras entre o fado e a música erudita. Disponível no mercado, a partir de hoje, "Nome de Mar" é um licenciamento da Vachier & Associados à Farol Música.
(17 de Janeiro)

Festival de Música Portuguesa na Casa da Música
No início de Fevereiro, a Casa da Música do Porto apresenta vários projectos portugueses de música de raíz tradicional com o Festival de Música Portuguesa, que vai levar ao palco da invicta a Orquestrinha do Terror, Mandrágora, Mú, Fadomorse, Galandum Galundaina e Frei Fado d'El-Rei. Em breve apresentamos neste espaço o desenvolvimento da notícia e o programa completo.
(15 de Janeiro)

Hadja Kouyaté no Mercado da Ribeira
Hadja Kouyaté, oriunda da Guiné Conacri, actua Sábado, dia 13 de Janeiro, no Mercado da Ribeira a partir das 22 horas. "Manding Ko" é talvez o disco que melhor revela o valor desta cantora de ascendência griot, no qual contou com a participação do tocador de Kora Ali Boulo Santo. Ao vivo, Hadja faz-se acompanhar de Les Guinées, com quem, de resto, gravou o álbum "Yilimalo".
Fonte: Crónicas da Terra (14 de Janeiro)

Ciclo "A música do mundo" em Serpa
A partir do dia 21 de Janeiro, a Câmara Municipal de Serpa promove no Cine-teatro Municipal o ciclo "A Música no Mundo". Na primeira noite actuam "Al-Makam Ensemble" (Médio Oriente) e o Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa. No dia 28 de Janeiro, actuam os portuenses Mandrágora - que recentemente "enterraram" o disco de estreia num espectáculo no Porto. O programa prossegue a 3 de Fevereiro com os Kilema (Polónia) e, no dia seguinte, com os Alentejanos e The Saint Nicholas Orchestra (Madagáscar).
(13 de Janeiro)

Festival de Música Al-Mutamid
É, também, a partir do próximo dia 21 de Janeiro que se inicia a 6ª edição do Festival de Música Al-Mutamid em honra do rei e poeta árabe que nasceu em Beja e governou Sevilha na segunda metade do Sec. XI. O Cine-teatro Louletano (em Loulé) acolhe o primeiro espectáculo protagonizado pelos Al-Coimbrã, grupo que cruza fado, flamenco e a música árabe-andalusí. Albufeira, Lagos, Lagoa, Faro, Silves e Palmela são as outras localidades que receberão os seguintes nomes: Legado Sefardí (Espanha / Marrocos - música tradicional dos judeus sefarditas); Cherno More Quintet (fusão afro-árabe / balcãs), Altair Ensemble, La Zambra e Media Luna Flamenca. Aguarda-se calendário completo.
Conforme com a Notícia publicada nas Crónicas da Terra / Luis Rei (13 de Janeiro)

Mafalda Arnauth em digressão pela Holanda e Bélgica
A fadista Mafalda Arnauth, que no final do ano passado lançou o álbum "Diário", inicia na próxima terça-feira uma digressão que a levará a 16 palcos da Holanda e Bélgica até 12 de Fevereiro. A criadora de "Bendito fado, bendita gente" apresenta-se terça- feira no Stadstheater, em Zoetermeer, e quinta-feira no De Massport em Venio, seguindo-se Uden, Gronmingen, Leiden, Purmerend, Breda e Den Helden. Na digressão será acompanhada por Paulo Parreira (guitarra portuguesa), Diogo Clemente e Ramon Maschio (guitarras clássicas), Marino de Freitas (baixo acústico), Miguel Gonçalves (flügel) e Ricardo Dias (acordeão) - sobe ao palco do Schowburg de Meerse, em Hoofddorp, e no dia seguinte ao do Teatro Reehorst, em Ede. Em Março, a fadista apresenta-se nos palcos nacionais: dia 04 actua na Casa das Artes, em Arcos de Valdevez, e dia 06 na Casa da Música, no Porto. Mafalda Arnauth editou em Outubro o seu terceiro álbum de originais, "Diário", onde canta em espanhol "Milonga do Chiado", ao lado de temas dos repertórios de Amália, Tom Jobim e Charles Aznavour. Em declarações à Agência Lusa, a artista considerou que este álbum, o seu terceiro de inéditos, "quebra fronteiras" e "confirma a originalidade de um percurso fadista".
(11 de Janeiro)

Waldemar Bastos na Culturgest
Waldemar Bastos nasceu na fronteira de Angola com o Congo em 1954. Começou a cantar e a compor desde muito cedo. Em 1982, no decurso de uma visita a Portugal, tomou a difícil decisão de não regressar ao seu país, então atravessando uma longa guerra civil. Viveu na Alemanha, França e Brasil, onde gravou o seu primeiro álbum, "Estamos Juntos". Em 1985 fixou-se em Lisboa, e em 1990 gravou Angola Minha Namorada. Um novo CD, Pitanga Madura, editado em 1992, foi descoberto numa discoteca lisboeta por David Byrne. Entusiasmado com o que ouviu, contratou Waldemar Bastos para a sua editora, a Luaka Bop. Aí gravou Pretaluz, produzido por Arto Lindsay. O disco firmou o seu autor na cena internacional da world music, abrindo-lhe as portas para se apresentar na América, na Europa e no Extremo Oriente. Em Abril de 2003 regressou a Angola pela primeira vez em muitos anos, em celebração do fim da guerra civil. Esse regresso, o facto de entretanto ter completado 50 anos (“Meio século obriga-nos a parar e a olhar para trás na nossa vida. Mas também temos sonhos para realizar”), a reflexão que fez sobre a sua música, levaram-no à gravação de um novo disco, Renascence, na editora holandesa World Connection. O concerto desta noite baseia-se nesse trabalho, que não só resume a trajectória da sua vida, como imprime uma nova maturidade e profundidade à sua música. Os seus poemas revelam os seus sonhos de harmonia e fraternidade. A sua música define-a não como africana nem europeia, mas ambas “ao mesmo tempo e muito mais”. “Eu derramei a minha alma neste disco”. Sábado 13 de Janeiro, na Culturgest, em Lisboa.
(11 de Janeiro)

Workshop Permanente de Dança Tradicional Portuguesa
Um workshop Permanente de Dança Tradicional Portuguesa, acontece todas as Sextas-Feiras, a partir das 21,30 até às 23,30 horas, no Porto, nas instalações do NEFAP, junto ao parque de estacionamento da Faculdade de Direito à Rua dos Bragas. Neste evento regular divulgam-se danças do Minho / Douro Litoral / Ribatejo e, proximamente, de Trás-Os-Montes e Alto Douro, Beira Litoral e, possivelmente, dos Açores. É gratuito, informal, aberto a todos os interessados e não obriga à participação nas actividades correntes do NEFAP (que são diversas - ateliers e espectáculos de etnográficos, por exemplo).
(10 de Janeiro)

Vitorino com Sérgio Godinho em Coimbra
No âmbito da comemoração do 65º aniversário do Ateneu de Coimbra, Vitorino actua naquele espaço no dia 12 de Janeiro, trazendo como convidado especial Sérgio Godinho. Em 2005 Vitorino completou trinta anos de carreira e transportou parte do seu vasto espólio musical para um disco feito de passado e de presente, onde nos cantou "TUDO". E como trinta anos não são trinta dias, em 2006 nasce o espectáculo dedicado a uma carreira ímpar na cena musical portuguesa, onde Vitorino nos volta a mostrar que o tempo só pode refinar o que é bom e que as suas canções são intemporais. No palco, com a elegância a que nos habituou, vai haver espaço para o AMOR sincero, para a linda LISBOA que o adoptou e o para o cheiro a planície do ALENTEJO que o viu nascer.
(10 de Janeiro)

Lançado DVD de Hermínia Silva
Foi lançado o DVD intitulado "Hermínia Silva, Actriz e Fadista", uma edição especial da RTP VIDEOS. O DVD que contém os 12 maiores êxitos de Hermínia Silva, recorda a sua carreira artística e inclui colaborações inesquecíveis na rádio, na televisão e no cinema, de que nos falam algumas das mais importantes personalidades do seu tempo.
(9 de Janeiro)

Amâncio Prada ao vivo na Guarda
Amâncio Prada estudou sociologia na Sorbonne de Paris, onde também levou a cabo os seus estudos de harmonia, composição e guitarra. Foi precisamente em Paris que conheceu o também músico Georges Brassens, com quem se apresentou em público em Dezembro de 1973. Iniciou a sua carreira discográfica, em 1975, gravando “Vida e Morte”. Nesse mesmo ano regressa a Espanha para gravar o segundo disco “Rosalía de Castro”. Compositor e músico compulsivo, Prada não mais parou de gravar discos nestes mais de 30 anos de carreira acumulou no curriculum 22 discos. Os dois últimos trabalhos, “Hasta otro día, Chicho” e “Rosália Siempre”, são de 2005. Em “Hasta otro día, Chicho”, Amâncio Prada fez a justa homenagem ao “letrista” também espanhol que o acompanhou durante grande parte da sua carreira, Chicho Sánchez Ferlosio, recentemente falecido. Prada nunca separou a música da literatura; a sua carreira artística foi e continua a ser, marcada pela sua escolha cuidadosa de poemas para os quais compõe. Desde os primeiros trovadores galaico portugueses, dos quais de destaca o poema “Muito me tarda o meu amigo na Guarda”, cuja autoria é atribuída a D. Sancho I, o rei fundador da Guarda, a textos de António Machado, Federico Garcia Lorca, Juan del Enzina, Tagore, Agustín Garcia Calvo, Álvaro Cunqueiro ou Manuel Vicent. Desde 1980 que Prada se encontra instalado em Madrid. Porém, a sua origem num meio rural marcou a sua infância e, sem dúvida, o seu compromisso com a música tradicional e com o folclore. Prada é um trabalhador incansável, um homem que se dedicou à canção de autor de uma elegância extraordinária e que demonstrou que os clássicos continuam actuais. Amâncio Prada é um trovador no século XXI. Ao vivo no Teatro Municipal da Guarda, dia 14 de Janeiro.
(10 de Janeiro)

Uma noite no Palácio do Sultão com Ensemble Moçarabe
Eduardo Ramos Ensemble Moçarabe apresenta um concerto em torno de música árabe, Cantigas de Amigo e Santa Maria do séc. XIII, cantigas sefarditas medievais, temas de influência persa e música da escola de Bagdad. Os temas árabes são interpretados por Carolina Ramos, uma excelente bailarina de Dança Oriental. Alguns trechos musicais são para alaúde solo, e outros acompanhados pela tambura indiana ou pelos ritmos do Egipto. Com Eduardo Ramos: voz, alaúde árabe, zukra; Tiago Jónatas: tambura, daf e tar; Baltazar Molina: derbuka e bendir; e Carolina Ramos: dança oriental. Dia 17 de Janeiro, no CCB, às 19 horas, no Pequeno auditório.
(9 de Janeiro)

Entre Paredes: outros arranjos para a música do mestre
Espectáculo que aborda a música de Carlos Paredes de uma forma muito peculiar na procura da identidade nacional, levando este grupo a fundir a capacidade tímbrica e sonora que caracteriza o quarteto de saxofones e o timbre da guitarra portuguesa com manifestações artísticas como o teatro e a dança. Com João Pedro Silva: saxofone soprano; João Pedro Cordeiro: saxofone alto; Rui Costa: saxofone tenor; Rita Nunes: saxofone barítono; António Eustáquio: guitarra portuguesa; Bruno Cocha e Joana Furtado: coreografia, versão cénica e dança e Ana Brandão: dramatização. Dia 13 de Fevereiro, às 19 horas, no CCB - Pequeno Auditório.
(8 de Janeiro)

Baile com os Monte Lunai: Mais banda de solidariedade
Mais um baile de angariação de fundos para a apoiar financeiramente a operação "Banda Gástrica" de Celina Piedade, a acordionista dos Uxu Kalhus e Rodrigo Leão. Desta feita será no (mítico) teatro ibérico (Xabregas, lisboa), dia 8 de Janeiro (próximo domingo), pelas 17h, e tocarão os Montelunai! Ás 15h30 há aula de danças europeias com Mercedes Prieto. A entrada será de (pelo menos) 5€, e todos os lucros reverterão para o pagamento da cirurgia bariátrica (banda gástrica) a que a instrumentista será submetida dentro em breve, de forma a perder peso e a melhorar a sua saúde e qualidade de vida em geral. Este baile não aconteceria sem o apoio do Teatro Ibérico, Associação Pédexumbo, João Bacelar, Cláudio Trindade, Alexandre Matias, e César Bastos. (7 de janeiro)

Carlos do Carmo na Casa da Música com Sinfonietta de Lisboa
O fadista Carlos do Carmo actua dia 7 de Janeiro à noite na Casa da Música, no Porto, acompanhado pela Sinfonietta de Lisboa. Este concerto substitui o espectáculo agendado para 04 de Dezembro de 2005, que foi cancelado devido a uma súbita afonia do cantor. Os bilhetes adquiridos para o espectáculo anterior permanecem válidos para hoje. Com 41 anos de carreira, Carlos do Carmo é um dos mais conhecidos fadistas portugueses, com êxitos como "Lisboa Menina e Moça", "Por morrer uma andorin ha", "Os Putos", "Estrela da Tarde", "Teu Nome Lisboa", "Gaivota" e "Canoas do Tejo". A sua carreira discográfica iniciou-se em 1964, com o álbum "Estranha F orma de Vida". Os seus trabalhos mais recentes são "Nove Fados e Uma Canção de Amor", que conquistou em 2002 o prémio José Afonso atribuído no âmbito do XVI Festival de Música Popular Portuguesa, e "Carlos do Carmo - Ao Vivo no Coliseu dos Recrei os", editado em 2004. Carlos do Carmo vai partilhar o palco com a Sinfonietta de Lisboa. Fundada em 1995, para proporcionar a prática de orquestra a jovens músicos, a Sinfonietta de Lisboa é composta por 25 instrumentistas de corda, sob a d irecção dos maestros Vasco Pearce de Azevedo e António Lourenço.
(5 de Janeiro)

Maria Rita ao vivo em Portugal
Maria Rita, a mais recente Diva da MPB, vem aos Coliseus apresentar as canções de “Segundo”, o álbum da confirmação. No disco, produzido em parceria com Lenine, Maria Rita optou, novamente, por interpretar temas que não são da sua autoria. Editado no passado mês de Setembro, “Segundo” conta com músicas de vários artistas brasileiros, como os consagrados Edu Lobo e Chico Buarque, mas também pisca o olho à nova geração, com músicas de Marcelo Camelo, da banda Los Hermanos e Marcelo Yuka, mais conhecido por O Rappa. Os anteriores concertos de Maria Rita nos Coliseus foram um enorme sucesso, com lotações rapidamente esgotadas. É, por isso, de prever uma nova romaria do público Português aos Coliseus em Janeiro, para assistir à actuação desse enorme talento que é Maria Rita. Dia 7 de Janeiro no Porto e dias 9 e 10 em Lisboa.
(4 de Janeiro)

Mísia nas comemorações dos 650 anos da morte de Inês
A fadista Mísia integra sábado, dia 7 de Dezembro, o espectáculo de encerramento das comemorações dos 650 anos da morte de Inês de Castro, em Coimbra, interpretando um poema escrito por Vasco Graça Moura propositadamente para a sua voz. "Chama-se 'Fado entrecortado', vou cantá-lo 'a capella' e foi escrito pelo Vasco Graça Moura para a minha voz, tendo-se inspirado e respeitando a forma poética medieval", disse à agência Lusa a artista. Esta não é a primeira colaboração entre Mísia e o poeta que escreveu propositadamente para si todas as composições do álbum "Canto" com música de Carlos Paredes. Este álbum, editado em 2003, onde a fadista interpreta entre outros, "Presságios de Alfama" e "Lamento das rosas bravas", valeu-lhe o Prémio da Crítica na Alemanha. Para este ano, Mísia tem vários projectos, entre eles subir ao palco do Teatro São Carlos, em Lisboa, para apresentar a opereta "María de Buenos Aires" de que interpreta uma canção no seu mais recente álbum, e digressões pela Alemanha e França.
(3 de Janeiro)

Centenário de Lopes-Graça assinalado no CCB
O coro Voces Caelestes, sob a direcção de Sérgio Fontão, realiza no próximo dia 8 de Janeiro, pelas 16 horas, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, um concerto dedicado a Fernando Lopes-Graça (1906-1994), compositor português de quem se comemora, em 2006, o centenário do nascimento. Nesta ocasião, o coro Voces Caelestes interpretará a Primeira Cantata do Natal de Lopes-Graça. Esta obra reúne 19 cantos tradicionais portugueses da Natividade, constituindo um bom exemplo de um dos eixos permanentes do trabalho do compositor: a recolha e a reinterpretação da música popular portuguesa, que se traduziu num grande número de obras para coro, voz e piano e voz e guitarra, reflectindo-se, também, em parte significativa da produção instrumental do compositor. Figura incontornável da cultura portuguesa do século XX, Fernando Lopes-Graça (n. Tomar, 17-12-1906; f. Parede, 27-11-1994) distingiu-se como compositor, pianista, pedagogo, crítico, ensaísta e organizador. Estudou no Conservatório de Lisboa com Viana da Mota, Tomás Borba e Luís de Freitas Branco, concluindo em 1931 o Curso de Composição com a mais alta classificação. Interveniente activo na oposição ao regime ditatorial – a sua imagem pública é inseparável da sua destacada participação nos debates que preocuparam os intelectuais portugueses da sua época –, por motivos políticos foi impedido de ensinar em instituições públicas e de usufruir da bolsa que obteve em 1934 para estudar no estrangeiro, tendo-lhe sido retirado o diploma de professor do ensino privado em 1954. Entre 1937 e 1939 viveu em Paris, onde estudou Composição com Charles Koechlin e Musicologia, na Sorbonne, com Paul-Marie Masson. Em 1942 fundou a sociedade de concertos Sonata, dedicada à divulgação da música contemporânea, que se tornou uma referência da vanguarda intelectual. Recebeu diversos prémios de composição, tendo obras suas sido interpretadas em todo o mundo. O seu Concerto da camera col violoncello obbligato foi estreado em 1968 por Mstislav Rostropovich.
(2 de Janeiro)

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