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Espanha Baila Flamenco
O Coração da dança espanhola bate em Lisboa, em Fevereiro.
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Brigada Victor Jara: Ceia Louca
30 anos de carreira materializados num disco cheio de vozes portuguesas.
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Dulce Pontes: O coração tem três portas
Um disco conta com temas de fado e folclore - entre os quais surgem alguns originais e também versões de autor.

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Raquel Tavares: O fado e a cidade
A identidade musical portuguesa ao vivo em Lisboa, Aveiro, Faro e Braga.

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Novo! Mandrágora: Descobrir o Tesouro
Disco de estreia desta formação do Porto.
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Dazkarieh: Espanta Espíritos
Segundo disco de um projecto em torno da "World Music".
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Instrumento com presença em todo o país e fortemente ligado às nossas tradições populares.

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Novo! Canto da Terra Website que dá acesso a cerca de 1500 letras tradicionais.
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Site oficial do projecto de Sebastião Antunes.

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Fique aqui com várias sugestões de outras músicas, alternativas, a partir de uma selecção de novos lançamentos discográficos ou simplesmente de discos que passaram a estar disponíveis no mercado português ao longo do ano. Mais...
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Ciclo "Música aos Claustros" na Guarda
Ex-Libris e Sol na Eira são os dois projectos de música tradicional portuguesa que irão fazer parte do programa de animação musical da Guarda "Música aos Claustros", respectivamente nos dias 3 e 7 de Junho, às 21:30h. Os concertos realizam-se na Claustros do Paço da Cultura. O Grupo Ex-Libris foi fundado em 15 de Novembro de 1993 em Pombal. É um projecto musical vocacionado para a recolha, arranjo, orquestração e divulgação da música popular tradicional portuguesa. Este grupo tem efectuado, ao longo destes anos, vários espectáculos por todo o país, tendo já gravado três trabalhos discográficos. Por seu lado, o "Sol na Eira – Grupo de Música Tradicional", Associação Cultural desde 1987, tem como objectivo primeiro a recolha e divulgação da música tradicional portuguesa. As canções de roda dançadas ao Domingo na portela ou no largo da praça, ou muitas vezes, ao fim de um dia de trabalho árduo, são a sua demanda sublime. A ceifa, a vindima, a apanha da azeitona eram palcos privilegiados onde se cantava o amor, a saudade, as dores da vida. O grupo, através das cantigas recolhidas no concelho de Mêda, tenta perpetuar as memórias colectivas deste povo. o Ciclo de Verão “Música aos Claustros”, que se prolongará pelos meses de Junho, Julho e Agosto.
(31 de Maio)

Fundação Oriente apoia digressão Ana Moura pela Ásia
Numa co-produção da Fundação Oriente e do Instituto Português do Oriente, a fadista Ana Moura sobe ao palco no Centro Cultural de Macau, dia 7 de Junho, para um espectáculo em que vai estar em destaque o seu trabalho mais recente, "Aconteceu". Num concerto integrado nas actividades comemorativas do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que se realizam este ano em Macau, Ana Moura vem acompanhada por Custódio Castelo (guitarra portuguesa), Jorge Fernando (viola) e José Nunes (viola-baixo). A fadista encerra em Macau a digressão pela China, organizado no âmbito de um protocolo assinado com a CICA - China International Cultural Association, que tem início dia 30 de Maio, em Pequim, passando depois por Xangai, a 1 de Junho.
(31 de Maio)

Concerto dos Meninos Cantores do Município da Trofa
Num concerto ao ar livre, os Meninos Cantores do Município da Trofa interpretam poemas da autoria de Matilde Rosa Araújo, musicados por Fernando Lopes Graça. Este coro de crianças entre os 5 e os 12 anos, dirigido por Antónia Maria Serra desde a sua fundação em 1999, é o primeiro projecto avançado por iniciativa do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal da Trofa e conta já com um notável conjunto de actuações. De entre os programas que trabalharam, alguns de grande complexidade musical, contam-se composições de Fernando Lopes Graça, Richard Rodgers, Chico Buarque e João Loio, entre outros. O espectáculo "As Cançõezinhas da Tila" vai ter lugar nos jardins do Centro Cultural Vila Flor, no próximo domingo, dia 4 de Junho, às 16h00. A entrada é livre.
(31 de Maio)

Martinho da Vila em digresão
O arranque desta série de concertos tem início dia 09 de Junho, em Vila Nova de Famalicão, a que se seguem apresentações em Reguengos (dia 10), Abrantes (14), Pinhal Novo (18), Entroncamento (24), Carregal do Sal (25), Porto (Coliseu, 29) e Lisboa, onde se apresentará a 01 de Julho, no Coliseu dos Recreios. Neste seu regresso a palcos nacionais, Martinho da Vila insistirá, por certo, no seu mais recente disco, intitulado "Brasilatinidade", um trabalho que reúne músicas de todas as latitudes latinas. De salientar que o êxito do álbum foi tal que Martinho da Vila gravou já "Brasilatinidade ao Vivo", registo já disponível no mercado nacional em formato CD e DVD. Do alinhamento deverão fazer parte outros sucessos do cantor, como é o caso de "Deixa a Fumaça Entrar", "Menina Moça", "Forrobodó", entre outros. Prestes a celebrar quatro décadas de carreira, Martinho da Vila é um dos mais populares intérpretes da Música Popular Brasileira (MPB), nutrindo um especial carinho pelo samba. Ao longo desta sua imensa carreira, o popular músico já gravou 36 discos, tendo sido o primeiro sambista a ultrapassar a marca de um milhão de cópias com o disco "Tá Delícia, Tá Gostoso", lançado em 1995.
Fonte: 123.som (31 de Maio)

O Cartaz do FolkNova 2006
Este ano aí está a IV Edição do Festival de Folk de Vila Nova, Miranda do Corvo. A edição deste ano conta na sexta feira, dia 16 de Junho com a eliminatória portuguesa do Concurso Eurofolk’06, do qual serão apuradas duas bandas nacionais para disputarem a final em Málaga Espanha nos dias 6, 7, 8 e 9 de Julho, este ano com um prémio de 9 mil euros, para além de ajudas de custo (de 1300 euros) e pensão completa a todos os finalistas. O festival continuará no sábado, dia 17 de Junho com a actuação da banda Coimbrã Ginga, a qual se encontra em digressão com a presentação do seu novo álbum “Celebratio”, o qual tem sido muito bem recebido pela crítica. Encerrando este em beleza com a prestigiada banda Madrilena Aljibe, estes também em digressão com o seu novo álbum “al lado del melodia”.
A abertura do festival, nos dois dias ficará a cargo das Gaitas de foles dos Bracarenses Gaiteiros da Espiral.
(31 de Maio)

Capela Joanina - Agrupamento Vocal de Solistas
O Agrupamento Vocal Capela Joanina apresenta ao vivo alguns percursos do Sagrado e do Profano na Música Vocal dos Séculos XVI, XVII e XVIII - levando ao palcos do Montijo e Sintra obras de Mateo Flecha, Pierre Sandrin, Diego Ortiz, Orlando di Lasso, Ludovico da Viadana, João Lourenço Rebelo, John Dowland, Melchior Schildt, Filipe da Madre de Deus, Francisco António de Almeida. Este agrupamento vocal é constituído por um conjunto de cantores solistas que fazem da prática da música antiga uma das linhas de trabalho mais relevantes da sua carreira profissional, quer em Portugal, quer no estrangeiro. Fundada em 2005 por João Paulo Janeiro, a Capela Joanina emerge do grupo de música antiga Flores de Música, o qual, a partir de Novembro do mesmo ano passou a ser exclusivamente constituído por instrumentistas. A sua primeira apresentação pública aconteceu nos concertos do Centro Cultural de Belém que assinalaram a passagem dos duzentos e cinquenta anos sobre a data do terramoto de 1755, onde executou as partes vocais das Matinas dos Mortos de David Perez. A partir desta altura passou a ter um percurso profissional independente do agrupamento instrumental. Na recente edição da Festa da Música a Capela Joanina apresentou dois programas distintos, em parceria com o agrupamento Flores de Música, ambos de música religiosa, um dos quais dedicado a Francisco António de Almeida e o outro a Carlos Seixas. Os Capela Joanina são: João Paulo Janeiro cravo, órgão e direcção Orlanda Velez, Maria Luísa Tavares sopranos Manuel Brás da Costa, Ricardo Ceitil altos Marco Santos, João Sebastião tenores Carlos Pedro Santos, Hugo Oliveira baixos Hugo Kesteman viola da gamba e violoncelo. Para ver ao vivo, Sábado, 3 de Junho (21h30) no Montijo, Igreja da Misericórdia; e dia 21 de Junho (21h30), em Sintra, no Centro Cultural Olga Cadaval.
(31 de Maio)

Amélia Muge levanta o veu do novo disco, na Galiza
Em fase de preparação do seu próximo disco, Amélia Muge apresenta-se na Galiza no início de Junho. Neste concerto, Amélia Muge revisita temas do seu último disco "A Monte" com incursões aos discos mais antigos e interpreta alguns inéditos do seu próximo trabalho discográfico a ser lançado no segundo semestre deste ano. A acompanhá-la estarão os músicos: Filipe Raposo (piano), José Manuel David (acordeão, flauta e trompa) e Carlos Mil-Homens (percussões).
(31 de Maio)

Camané de volta aos palcos dos Açores e Porto
Depois da bem sucedida digressão "Como sempre..." em 2004 que também passou pelos Açores, Camané volta às ilhas para duas apresentações em S. Miguel e Terceira, respectivamente a 15 e 16 de Junho. A promover o DVD, “Camané ao vivo no São Luiz”, o fadista apresenta ao público açoriano os fados mais emblemáticos da sua carreira - uma espécie de viagem de retorno a momentos inesquecíveis da sua trajectória musical. No final do mês, o Fadista vai até ao Porto, para uma actuação no Palácio de Cristal (dia 30 de Junho).
(31 de Maio)

Quadrilha: Aí estão as festas de Verão
Os Quadrilha são um grupo incontornável da Folk à portuguesa, que marca presença assídua nas festas de várias localidades portuguesas. O espectáculo de folia e bem descontraído é o mote para uma escolha acertada para muitos desses palcos onde o público goste também de dar um pézinho de dança. Os próximos concertos são no dia 23 de Junho (22h), no Recinto das Festas de Mértola e no dia 27 de Junho (22h), no Recinto das Festas de Évora.
(31 de Maio)

Marco Rodrigues: Os fados da tristeza alegre
O fadista Marco Rodrigues, que já se actuou no Royal Albert Hall, em Londres, ao lado de Mariza, e vencedor da Grande Noite do Fado de 1999, edita esta semana o seu primeiro álbum, "Fados da tristeza alegre". No álbum, editado pela Ocarina, Marco Rodrigues interpreta 10 fados iné ditos, e recupera um fado do repertório de Amália Rodrigues, "Acho inúteis as pa lavras", da autoria de António de Sousa Freitas. Marco Rodrigues optou, contudo, por interpretá-lo na música do Fado Menor do Porto, em vez da música original, composta por Alain Oulman. O fadista assina também um tema, "Alegria de Abril", em parceria com Miguel Martins. António Lobo Antunes, António de Sousa Freitas, Fernando Pinto do Amaral, Mário Raínho, Hélder Moutinho são outros poetas cantados por Marco Rodrigues. O fadista é acompanhado à guitarra portuguesa por José Manuel Neto, que assina com Hélder Moutinho "Bairro Alto da cidade", à viola por Luís Pontes, e no contrabaixo por Ricardo Cruz, autor das músicas de "Fado da dúvida" (com letra de Pinto do Amaral) e "Estranha Lua" (com letra de Mário Raínho). O pianista Tiago Machado acompanha-o num tema de sua autoria, "Bruma do cais", com letra de Miguel Martins, e a participação de Jorge carreiro (contrabaixo). Miguel Martins é aliás, o autor mais presente, assinando três poemas, "Bruma do cais", "Sob a lua" (tema de abertura na música do Fado Súplica) e "Alegria de Abril".
(31 de Maio)

Lançamento de Biografia de Sérgio Godinho
O livro, "Retrovisor - Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho", que a editora Assírio & Alvim coloca ainda esta semana nas livrarias, contou com a colaboração do letrista, compositor e intérprete português, que na quinta-feira participa também no debate "Escritores de Canções" com o músico Jorge Palma. "Através de um retrovisor podemos olhar o que ficou para trás, mas estamos cientes de um caminho ainda a percorrer à nossa frente, e para o qual projectamos a atenção", lê-se na obra, que destaca o papel de Sérgio Godinho no estabelecer de "pontes entre artes, linguagens, gentes e gerações". Com mais de 20 álbuns editados desde inícios da década de 1970, e uma vida musical que recua ainda mais atrás no tempo, incluindo obra no cinema, no teatro e nos livros, o artista esteve fora de Portugal (Suíça, França, Holanda, Brasil e Canadá) para ficar longe de uma Guerra Colonial em que não acreditava, regressando em 1974. Nuno Galopim sublinha que o músico não fez "de uma certa urgência de liberdade e afirmação ideológica o destino único da sua criação, abrindo antes espaço à exploração de histórias vivenciais, de amores, de figuras ficcionais, também de ideias e convicções". Na biografia, o crítico de música procura perceber o que estimulou tematicamente várias canções de Sérgio Godinho, como cresceram, que vidas ganharam depois em disco, em palco, e por vezes até noutras vozes.
Fonte: LUSA (30 de Maio)

Maria Amélia Proença edita novo álbum
A fadista com mais anos no activo, Maria Amélia Proença, distinguida no ano passado com o Prémio Carreira da Casa da Imprensa, acaba de editar um novo álbum, intitulado "Fados do meu fado". Para este disco, a fadista, de 67 anos, disse à Lusa ter escolhido fados que canta habitualmente, com os quais se identifica ou sente "alguma coisa". "Escolhi e experimentei, até porque há fados que, sendo bonitos, não ficam bem na nossa voz", acrescentou. Além de fados do seu repertório, casos de "Era só o que faltava" (Jorge Rosa/António Redes Cruz) e "Duas cantigas" da mesma dupla de autores, Maria Amélia recria fados dos repertórios de Amália Rodrigues, Fernando Farinha, Fernanda Baptista, Maria Clara ou Simone de Oliveira. Os 14 fados que integram o álbum, editado pela Ocarina, são todos tradicionais, isto é, apenas acompanhados à guitarra, viola e viola-baixo, onde Maria Amélia afirma "sentir-se melhor". "Sinto-o, assim, mais meu e portanto posso transmiti-lo melhor, com sentimento, pois hoje o fado é escutado noutras latitudes", acrescentou. Tendo começado a cantar aos sete anos em verbenas (espaços ao ar livre onde aconteciam espectáculos), Maria Amélia Proença integrou praticamente todos os elencos das casas de fado, nomeadamente o Café Luso, considerado "a catedral do fado". Participou em peças de teatro e vários programas de variedades, cegadas (peças de teatro popular que aconteciam nas ruas ou em sociedades recreativas) e começou na década de 1970 a deslocar-se ao estrangeiro. "A minha primeira saída ao estrangeiro, creio, foi em 1972 ao Extremo Oriente, uma digressão de mais de meio ano, tendo actuado em Macau, Singapura e Japão", contou. Dos vários palcos que pisou, recorda "com forte emoção" as actuações no Concertgebouw (Amesterdão), ou ao lado de Mariza no Royal Festival Hall, em Londres, ou no Le Carré, em França. No Concertgebouw cantou no Concerto do Milénio, em Janeiro de 2001, acompanhada pelo Nederlanders Blazers Ensemble para uma audiência de mais de um milhão de telespectadores. Entre os autores que escolheu refira-se José Carlos Ary dos Santos, "Demos as mãos", com música de Martinho da Assunção, João da Silva Tavares, "Quero e não quero", com música de Alberto da Silva, Frederico de Brito, "Fado das queixas", com música de José Carlos Rocha ou Eduardo Damas, "As pedras que tu pisas", com música de Manuel Paião.
Fonte: LUSA (29 de Maio)

Morreu o Maestro e compositor José Marinho
Faleceu aos 42 anos de idade o Maestro José Marinho, também compositor e arranjador de muitas músicas de prestigiados artistas portugueses, que dirigiu várias galas, globos de Ouro, programas de música de todas as televisões (SIC, RTP, TVI).
(28 de Maio)

"Segue-me Capela" conquista público argelino
O grupo de música tradicional portuguesa "Segue-me Capela", do Porto, actuou quinta-feira em Argel no âmbito do Festival Cultural e uropeu, que se realiza todos os anos em Maio, e conquistou o público argelino. A sala Iben Zeydoun, na capital argelina, foi pequena para acolher os cerc a de 500 espectadores e muitas pessoas assistiram à actuação do grupo português em pé. O grupo é composto por sete elementos, seis mulheres e um homem, que se de dicam à música nos tempos livres porque todos eles têm outras profissões, como m édico, magistrado, farmacêutico, professor de biologia ou assistente social. O "Segue-me Capela" foi criado em 1999 entre colegas da Universidade de Co imbra. Em declarações à Agência Lusa, Cristina Rosa, que integra o grupo afirmou que "o público argelino é maravilhoso". Alguns espectadores argelinos disseram à Lusa que gostaram muito da música tradicional portuguesa e que encontram algumas semelhanças com a música argelin a, nomeadamente a berbere. Entre os convidados para este espectáculo estava o embaixador de Portugal em Argel, Luís Almeida Sampaio, além de outros representantes diplomáticos na ca pital argelina.
(28 de Maio)

Petição "Rua para o Zeca Afonso", em Santiago de Compostela
Ivan Lins, Sérgio Godinho, Zé Mário Branco, Luís Cília, Daniel Viglietti, Uxía ou o Pi de la Serra são alguns dos nomes dos signatários de uma petição originada na Galiza para a atribuição de uma rua a José Afonso em Santiago de Compostela. A petição "RÚA PARA O ZECA", dirigida ao Alcaide daquela cidade Galega, pode ser encontrada e assinada aqui.
(28 de Maio)

Miso Ensemble em Torres Vedras
O Teatro-Cine de Torres Vedras será palco, no próximo dia 2 de Junho, pelas 21h30, de um espectáculo de Música Contemporânea com o grupo "Miso Ensemble". Fundado em 1985, este agrupamento musical, constituído por Miguel e Paula Azguime, assume-se como um duo de flauta e percussão que utiliza electrónica em tempo real. Tem desenvolvido um percurso interessante e original pela diversidade das obras criadas, reflectindo uma abordagem tripla dos seus membros - compositores, instrumentistas e improvisadores. Têm sido distinguidos com diversos prémios de interpretação e de composição e reconhecidos pelo público e pela crítica como um dos mais importantes agrupamentos portugueses de música contemporânea.
(28 de Maio)

Joana Amendoeira: da Escandinávia à Festa do Fado
Com o seu grande sucesso no “Mercat de Musica Viva de Vic” na Catalunha em 2004, Joana Amendoeira foi convidada para participar em alguns dos mais importantes eventos musicais da cena da World Music. Esta participação, levou-a à Feira Stricly Mundial em Fevereiro de 2005 (Montreal) o que deu origem a uma série de acontecimentos à posteriori, pelo mundo fora. Onde destacamos a Tour de Novembro passado em Inglaterra que fechou com um espectáculo no “The Spitz” integrado no âmbito do festival “Atlantic Waves”; ou o convite da organização Sueca “Rikskonserter” para uma tour pela Suécia, entre os meses de Abril e Maio deste ano. Foram catorze espectáculos entre STOCKHOLM e VÄSTERÅS considerados um dos maiores sucessos realizados neste país por uma artista portuguesa. Joana Amendoeira recebeu os melhores elogios da crítica Sueca, confirmados pelas salas esgotadas e pelo convite para mais uma tour já em Novembro deste ano. Durante esta tour, surgiu a notícia da Hungria, que uma das concorrentes favoritas do concurso equivalente à nossa "Operação Triunfo" interpretou "em português" um dos temas do seu último trabalho discográfico “Ao Vivo Em Lisboa”. Com fama crescente neste país Joana Amendoeira que já actuou várias vezes em anos anteriores, regressa em Junho próximo para mais actuações a convite do ICEP. Entretanto, a artista parte para o Luxemburgo para um concerto ao lado de Argentina Santos e Ana Maria, no dia 27 de Maio e logo de seguida regressa a Inglaterra para actuar num dos festivais mais importantes da Cidade de Manchester “Eurocultured” onde participará também a banda portuguesa "Blasted Mechanism." Quase sem respirar passa por Espanha e viaja para Budapeste onde actuará na sala Millenaris Park. Por fim regressa ao seu país para fazer a apresentação do seu espectáculo num dos festivais mais importantes do panorama musical da Canção de Lisboa “Festa do Fado” na Praça de Armas do Castelo de São Jorge em Lisboa, pelas 22.00 horas do dia 17 de Junho, onde convida uma das compositoras e interpretes mais emblemáticas da musica portuguesa “Mafalda Veiga”. Este espectáculo fecha um ciclo bastante importante para a carreira da artista, desde a sua apresentação no São Luíz Teatro Municipal onde gravou o seu último disco “Ao Vivo em Lisboa”. Ao mesmo tempo será um ponto de partida para uma nova etapa que será a gravação do seu novo disco a ser lançado no próximo Outono e ao que se seguirão novas viagens pelo resto do mundo em prol (como a artista sempre faz questão de mencionar) da divulgação da língua e cultura portuguesa.
Fonte: LUSA (27 de Maio)

Festival de Música do Mundo de Sines: O cartaz
O Festival de Música do Mundo de Sines surge novamente com uma programação reforçada e cheia de propostas que irão novamente justificar as verdadeiras enchentes de público, que chegam a lotar o espaço do Castelo. A edição deste ano arranca no final de Julho e prolonga-se por 3 dias, todos a começar com concertos às 19 horas e a prolongar-se pela noite dentro. No programa teremos então no dia 27 de Julho Vusi Mahlasela (África Do Sul), Gaiteiros de Lisboa (Portugal), Trio Rabih Abou-Khalil & Joachim Kühn (Líbano/Alemanha), Toumani Diabaté & Symmertric Orchestra (Mali) e Alamaailman Vasarat (Finlândia). No dia 28 actuam Nuru Kane (Senegal), The Bad Plus (Estados Unidos), Trilok Gurtu (Índia), Thomas Mapfumo (Zimbabué) e Tony Allen (Nigéria). A fechar, no dia 29 de Julho, é então a vez de Mariem Hassan (Saara Ocidental), os Cabeça de cartaz Värttinä (Finlândia), Cordel do Fogo Encantado (Brasil), Seun Kuti & Egypt 80 (Nigéria) e Ivo Papasov (Bulgária). Uns dias antes, Porto Covo recebe também alguns espectáculos: de 21 e 25 de Julho vão desfilar no palco "ante-câmera" do festival em Sines, a cabo-verdiana Mayra Abdrade, o sérvio Boris Kovac, os sardos Actores Alidos, os franceses Vaguement La Jungle, os portugueses Dazkarieh e o espanhol Eliseu Parra.
(26 de Maio)

Rosa Passos: A voz doce da Bahia
A baiana Rosa Passos é considerada como a versão feminina de João Gilberto em que possui uma voz doce, em combinação com a sua enorme simpatia em palco. Mas é sobretudo a criatividade que a transformou numa das maiores estrelas da moderna Música Popular Brasileira, misturando influências do jazz e do samba. O reconhecimento de Rosa Passos surgiu a partir do CD Curare (1991), quando ela se aproxima definitivamente do repertório bossa nova, gravando temas de Tom Jobim como "Dindi", "A felicidade" e "Só danço samba". Desde então a cantora tem vindo a apresentar-se ao vivo em palcos dos Estados Unidos, Europa e Japão - com um extenso repertório de temas próprios e interpretações de "clássicos" de Gilberto Gil, Djavan, Dorival Caymmi, Ary Barroso ou Edu Lobo. Nos discos e espectáculos, Rosa Passos conta ainda com a participação de músicos como Ivan Lins, Chico Buarque, Yo-Yo Ma e Ron Carter. O seu último CD, "Amorosa" é, de resto, uma homenagem a João Gilberto, com participações de Henri Salvador e Paquito D'Rivera. Para conhecer ao vivo, no dia 27 de Maio, no Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), a partir das 22 horas.
(26 de Maio)

Rock in Rio Lisboa: esgotado o 1º dia
Está esgotado o 1º dia do festival Rock in Rio Lisboa, cujo cartaz apresenta nomes como Shakira e Jamiroquai - certamente os principais responsáveis pela enchente de mais de 100 mil pessoas neste primeiro dia de festival - que há dois anos não arrancava com a mesma força. Nesta edição, a organização preferiu não incluir a World Music como a forma de "acolhimento" do público - através de concertos ao longo da tarde. Em 2004, o cartaz da Tenda Raizes apresentou (ao vivo) 24 bandas, oriundas de vários pontos do mundo. Foi também nesse palco que o concerto da fadista Mariza foi visto por mais de três mil pessoas. O ano de 2006 marca o regresso de um festival que certamente transformou a forma de patrocínar grandes eventos (cerca de 10 milhões de euros, neste caso) e a sua total mediatização - através da rádio e a televisão. Estes foram, de resto, os ingredientes do sucesso de um festival que inevitávelmente subiu a fasquia da qualidade de produção. (25 de Maio)

José Barros apresenta "Mar Eterno" na Antena 1
Mar Eterno, o novo registo, é o primeiro disco a solo de José Barros e, também pela primeira vez, não dedicado exclusivamente à música tradicional portuguesa. É um disco de influências e afluências várias, que vão desde a música de Cabo Verde até Moçambique e outras inspirações não-africanas. Além dos temas musicais de José Barros, este registo conta também com um original de Vaiss (“Frutos Tropicais”), que foi igualmente o produtor e orquestrador de todos os temas, e ainda um tema de Eugénio Tavares (um dos maiores compositores, conjuntamente com B’Leza, de mornas de Cabo Verde), intitulado “Mar Eterno”. Dia 1 de Junho vai ser possível conhecer este novo trabalho, no programa "Vivá Música" de Armando Carvalheda - um ícone da rádio portuguesa. O programa vai para o ar a partir das 16 horas. (24 de Maio)

Quarteto Capela: a música contemporânea portuguesa em Pequim
O Quarteto Capela (fundado em 1981) desloca-se, de 28 de Maio a 4 de Junho à República Popular da China para participar no Festival Internacional de Música Contemporânea de Pequim, onde interpretará as obras “Monodia, Quasi un Requiem” do compositor português António Pinho Vargas, “Quarteto nº 2” e “Soupir Rosâtre” dos compositores chineses Zhangchun e Leilei Tian respectivamente. Nesta deslocação o Quarteto Capela será acompanhado pelo Mestre Luthier António Capela. (22 de Maio)

Fado e Flamenco ao vivo em Arruda dos Vinhos
Um concerto de Fado e Flamenco irá realizar-se em Arruda dos Vinhos no próximo dia 27, sábado, às 17h30, no Externato João Alberto Faria. Este concerto especial terá a participação de, pelo Fado: Diamantina, Vítor Duarte (Marceneiro), Daniel Gouveia, Luís Ribeiro (guitarra), João Machado (viola); Pelo Flamenco teremos elementos da Peña Flamenca de Huelva. (21 de Maio)

Festa Trad no Museu de Arqueologia, em Lisboa
No dia 20 de Maio, o Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, continua a festejar o Dia dos Museus (18 de Maio) com um programa dedicado quase inteiramente ao universo da música tradicional. Para lá das visitas guiadas ao Museu, reconstituições históricas e diversas actividades, haverá espaço para muita música. Assim, o dia 20 começa com a actuação de Cantos e Danças Tradicionais Moldavos (do Centro Cultural Moldavo), o projecto "Notas e Voltas", o grupo coral alentejano Liga dos Amigos da Mina de São Domingos e os Tocá Rufar, acompanhados pelos alunos do 2º ano da Escola de Gaitas da Associação Gaita-de-foles - tudo na tarde de dia 20 (a partir das 17h). À noite, a partir das 21h, actuam os portuenses Comvinha Tradicional. Mais tarde, há baile de danças populares portuguesas e europeias com os Dançarilhos, às 22H30. No dia 21, Domingo, o dia começa às 11h00, com uma Arruada em Belém, com as Gaitas dos alunos da Associação Gaita-de-foles, acompanhados pelo gaiteiro Joaquim Roque (Torres Vedras). Depois é a vez das percussões, com os Finka-pé (Batuque Cabo-Verdiano) e as Tucanas. A partir das 14h30, surgem as Danças e Musica Clássica da Índia (da Comunidade Hindu de Portugal) e a presença do grupo Noses com Vozes e as Lavadeiras da Ribeira da Lage. O programa culmina com a actuação dos Dazkarieh, a partir das 19:00 horas, a que se segue o encerramento, com Música de Câmara - Quarteto Orquestra Sinfónica Juvenil. (20 de Maio)

Concerto de Guitarras no Fundão
No próximo dia 18 de Maio, pelas 21:30h, no auditório da Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade, terá lugar um concerto de guitarras levado a cabo pela ESART que contemplará o seguinte programa: Estudo n.º 7 - Villa Lobos "Una limosna por el amor de dios – Barrios Mangoré", Interpretado por Nuno Cachada; La Catedral – Barrios Mangoré; La muerte del angel – Astor Piazzolla, Interpretado por Edgar Petejo; Rondó – Paul Hindemith; La Evasion – Astor Piazzolla, Interpretado por Trio Rasgueado (Nuno Cachada, Edgar Petejo, Sérgio Chitas). (19 de Maio)

Lindú Mona ao vivo no Barreiro
Colectivo de músicos de origem africana e europeia . A sua influência é diversificada e vai desde a música de raíz étnica e tradicional de África até ao Jazz, Raggae, Nova Música, podendo apelidar-se de world music. Lindu Mona empresta o exotismo da sua música espalhando o perfume acre de África no ritmo e dança. Para ver ao vivo no Auditório Augusto Cabrita, no Barreiro, dia 20 de Maio, a partir das 22 horas.
(18 de Maio)

Café Concerto com Donna Maria em Pombal
Donna Maria é sem hesitação um dos mais interessantes projectos da música moderna portuguesa. Donna Maria são um trio da grande Lisboa, com Marisa Pinto na voz, Miguel A. Majer na bateria e programações e Ricardo nos teclados e samplers. Têm fortes influências da música electrónica e uma alma profundamente portuguesa bem patente no recurso a instrumentos tradicionais, como a guitarra portuguesa ou o acordeão. Neste contexto, os Donna Maria pretendem devolver a desejada frescura à Música Portuguesa através da sua visão electrónica e contemporânea. Dia 20 de Maio, em Pombal, no Café Concerto.
(17 de Maio)

Orquestrinha do Terror no Fórum Lisboa
O nome Orquestrinha do Terror nasce em 2003 no seio de um grupo de amigos que vê o convívio e as jams habituais transformadas numa torrente de experiências, ideias, imagens e sentimentos que ganham forma através da música. Uma comunicação que foi crescendo naturalmente, juntamente com a vontade de partilhar com o público. Devido à variedade de influências artísticas dos seus elementos, desde a música, ao cinema, à dança, às artes plásticas, ao circo, ao teatro, à literatura, tudo ajuda a criar o universo da Orquestrinha do Terror, que se traduz numa fusão de várias linguagens, vários pontos geográficos e várias culturas. Cada tema musical é uma curta-metragem, ilustrando viagens a outros mundos e uma porta aberta a momentos ora introspectivos, ora eufóricos, tanto por parte dos músicos, como da audiência. Assim sendo, a definição encontrada pelo grupo para melhor caracterizar o seu trabalho foi a de Música Cinematográfica. O concerto é no próximo Sábado, dia 20 de Maio, pelas 00h30m, no Fórum Lisboa. Formação: Bruno Pernadas - Guitarra clássica, bateria; David Leitão - Guitarra clássica, concertina, baixo; Fernando Romão - Clarinete soprano; Ricardo Ribeiro - Clarinete soprano, clarinete baixo; Tiago Gandra - Percussões; Baltazar Molina – Percussões, baixo.
(16 de Maio)

Moçoilas: para conhecer o Algarve tradicional
Partindo da recuperação de músicas tradicionais do Algarve, este grupo vocal de Faro interpreta velhas e novas canções da Serra do Caldeirão, com algumas incursões ao Alentejo e à raia de Espanha, sempre de modo original. O seu repertório integra, na maior parte, cantigas populares tradicionais da região, férteis no praguejar algarvio e nas saudáveis malandrices que dão o picante às histórias simples dos amores e às criticas sociais. As Moçoilas actuaram pela primeira vez, em 1994, na 1ª Manifesta (Santarém) para uma audiência com gente de todo o país. Ouvia dizer-se: “ finalmente estamos a ouvir cantar o Algarve”. Ao vivo em Lagoa, no ACD Ferragudo, dia 14 de Maio, às 16:30h.
(14 de Maio)

Helder Moutinho e Maria Alice: O Fado e a Lusofonia
Maria alice leva-nos a uma viagem pelas mornas, coladeras, passamos também por uma salsa crioula. Helder Moutinho é uma das melhores e mais consistentes vozes da nova geração do Fado. Este espectáculo propõe a fusão da música portuguesa e dos sons de Cabo Verde, neste caso juntos num espectáculo de Fado, dedicado à Lusofonia. Dia 13 de Maio, em Lagos, no Auditório Municipal (22h).
(13 de Maio)

Viviane em S. Brás de Alportel
"Amores Imperfeitos" é um álbum de canções em regime acústico com que Viviane se estreia em nome próprio - 15 anos depois dos Entre Aspas terem dado os primeiros passos e terem ajudado a revolucionar a pop portuguesa. Produzido pela própria Viviane e por Tó Viegas, gravado inteiramente pelo duo no seu estúdio do Algarve, "Amores Imperfeitos" revela uma produção "com todo o tempo do mundo" - recorrendo aos "instrumentos certos que cada ideia sugeria". Canções como "A Vida Não Chega" – o single de apresentação – "Fado Mambo", "Alma Danada", "Toada dos Aguaceiros" ou o tema que dá título ao disco são composições que facilmente conquistam o ouvido; mas que também se alojam na redescoberta. Para conhecer no Cine-Teatro de S. Brás de Alportel, dia 12 de Maio.
(12 de Maio)

Nancy Vieira: cancioneiro cabo-verdiano
Nancy Vieira apresenta um espectáculo baseado em “Segred” e no vastíssimo cancioneiro caboverdiano de mornas, coladeras e outros géneros tradicionais. Nancy Vieira confirma-se como uma referência obrigatória do panorama musical quando em 2004 edita “Segred”, trabalho que desde logo conquista o público e a crítica. A afirmação do seu sucesso, junto dos nomes mais sonantes da música de Cabo Verde, acontece desde 1995, ano em que lança o seu primeiro disco, “Nos raça”. O ano de 2005 traz a Nancy Vieira a participação no novo disco de Rui Veloso, “Espuma das Canções”. Já em 2006, Nancy actua com muito sucesso no Reino Unido. Para ver ao vivo, dia 12 Maio (21:30h) em Lagos, no Auditório do Centro Cultural; dia 19 Maio (21:30h), em Lisboa na Fonoteca Municipal; e dia 27 Maio (23:30h), também em Lisboa, Jardim de Inverno, S. Luiz Teatro Municipal.
(11 de Maio)

Rosa Passos ao Vivo em Sintra
Rosa Passos apresenta um pouco do melhor da Bossa Nova, Jazz e Samba para ouvir em formato intimista já no final deste mês, no Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, 27 de Maio às 22 horas. Desta vez faz-se acompanhar por Paulo Paulelli, o contrabaixista a quem chama "filhote", e, entre outros, traz na bagagem temas de Chico Buarque, Jobin, Roberto Carlos, Djavan e algumas canções de sua autoria.
(10 de Maio)

Uxukalhus: novo disco quase a sair
É um dos mais aguardados registos em CD de uma das mais divertidas bandas ao vivo a rodar nos palcos das danças tradicionais no nosso país. De acordo com as Crónicas da Terra, o disco encontra-se na fase final das misturas, no estúdio caseiro de Vasco Casais (também músico dos Dazkarieh, que prometem igualmente um disco para breve). Deste Uxukalhus espera-se um dos melhores discos destes últimos anos, a fazer fé na incontornável energia desta formação musical composta por Paulo Pereira (Flautas e Ralschpfeifen), Celina da Piedade (Acordeão e Voz), Eddy Cabral (Baixo), Miguel Casais (Bateria, agora nos D’zrt), Vasco Ribeiro Casais (Guitarra Eléctrica e Bouzouki) e Nuno Patrício (Percussões). Para os mais curiosos, a banda disponibiliza para audição um dos temas já finalizados: "Xotiça" que conta com a prestação vocal de Nuno Patrício. Oiça em: www.myspace.com/uxukalhus.
(9 de Maio)

Tinariwen: a consciência nómada do Mali
Particularmente ligados ao exílio do povo tuaregue e aos nómadas berberes do deserto do Sahara, os Tinariwen apelam à consciencialização política para problemas como o exílio, a repressão no Mali ou a extradição de pessoas da Algéria. Partindo da tradição tuaregue, os Tinariwen deixam-se influenciar por Bob Marley ou Bob Dylan, assim como pelos rebeldes marroquinos da nova vaga, Nass El Ghiwane. Composto por cerca de 10 elementos, os melhores e mais famosos compositores e intérpretes da comunidade tuaregue da actualidade, os Tinariwen cantam o exílio e a oposição. Dia 13 de Maio, no Teatro Virgínia, Torres Novas, a partir das 21:30h.
(8 de Maio)

Sete Sóis sete Luas: a planície mediterrânea em CD e DVD
De acordo com notícia publicada nas Crónicas da Terra, o resultado dos espectáculos realizados no ano passado em Castro verde, no âmbito do Festival Sete Sóis Sete Luas, foi recentemente editado em CD e DVD. O DVD "Alentejo História de um Concerto" e o CD "Rão Kyao Live in Sete Sóis" refere duas das três produções musicais especialmente criadas para o Festival "Planície Mediterrânica" (integrado no Festival Sete Sóis Sete Luas). O compositor e flautista Rão Kyao liderou uma, com a cantora de flamenco Argentina, o coro de Vila Nova de Milfontes e o acordeonista italiano Ricardo Tesi. Uma outra reúne o guitarrista de flamenco José Luis Rodriguez, o também guitarrista português Marco Reis e os músicos marroquinos Nour Eddini e Jamal Ouassini. A terceira, da qual resulta o DVD, foi dirigida pelo compositor italiano Luigi Cinque, participam o coro Ganhões de Castro Verde e os valencianos Mara Aranda (cantora de flamenco), Efrén López (orquestrador) e El Choro (bailarino).
(7 de Maio)

Intercéltico do Porto só no Outono
Depois de muitas incertezas, surgem rumores que o XVI Intercéltico do Porto avançará em Outubro e será realizado na cidade do Porto (Casa da Música), Arcos de Valdevez, Lisboa, Montemor-o-Novo e à Praia da Vitória (Açores) - à semelhança do que aconteceu no ano passado. Entretanto a Discantus, a entidade organizadora, preparou dois concertos especiais em Arcos de Valdevez nos dias 12 e 13 de Maio, com os portugueses Lumen e os galegos Ardentía. Habitualmente o Intercético do Porto realiza-se no início da Primavera, mas esta alteração deve-se em grande parte a problemas de saúde de Avelino Tavares, responsável pela Discantus e também aos recorrentes problemas de financiamento que o festival tem enfrentado nas últimas edições. Sobre o programa oficial ainda não foram avançados os nomes dos projectos que pisarão os diversos palcos do festival.
Fonte: Folkmagazine.info (4 de Maio)

Maria Ana Bobone na Casa da Música
Dia 7 de Maio, a Fadista Maria Ana Bobone apresenta o seu mais recente disco, "Nome de mar", na Casa da Música, no Porto, a partir das 22 horas. Em "Nome de mar" a fadista intercala poemas inéditos com alguns temas do repertório fadista como "Fado lisboeta", "Fado da sina", "Súplica", "Senhora do monte", criados por Amália Rodrigues, Hermínia Silva, Carlos Ramos e Alfredo Marceneiro, respectivamente. Entre os poemas inéditos, "Meu nome é nome de mar" foi escrito propositadamente por Manuel Alegre para a sua voz, tendo sido musicado por João Braga, que assina ainda dois outros fados. A acompanhá-la estarão os músicos: Ricardo Rocha (guitarra portuguesa), Artur Caldeira (viola) e Firmino Neiva (baixo).
(2 de Maio)

Quatro Cantos: O Fado e os seus êxitos, ao vivo
Os Fadistas Maria Armanda, Teresa Tapadas, António Pinto Basto e José da Câmara actuam juntos com a designação Quatro Cantos, para recordar os grandes êxitos da História do Fado. Nos seus espectáculos, os Quatro Cantos levam o público numa viagem musical onde são recordados os grandes Fadistas que inscreveram o seu nome nas páginas douradas do Fado ao longo do último século. Realizam espectáculos alegres e dinâmicos, nos quais a projecção de imagens permite recordar os Artistas aos quais se presta tributo, entre os quais se encontram Amália Rodrigues, Hermínia Silva, Tony de Matos, Carlos do Carmo, Fernando Farinha, Frei Hermano da Câmara, Max, Lucília do Carmo, entre tantos outros. Os tributos cantados pelos Quatro Cantos ocorrem num palco onde se recria o ambiente de uma Casa de Fados, onde os quatro fadistas vão cantando a solo, em dueto, ou a quatro vozes, e o ecrã presente assume as funções de “quadro de recordações” no qual são visualizadas imagens/factos alusivos aos tributos prestados. Para ver, dia 6 de Maio, em Alcanena, Pavilhão Municipal Carlos Calado, a partir as 21:30h.
(1 de Maio)

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