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Espanha Baila Flamenco
O Coração da dança espanhola bate em Lisboa, em Fevereiro.
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Brigada Victor Jara: Ceia Louca
30 anos de carreira materializados num disco cheio de vozes portuguesas.
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Dulce Pontes: O coração tem três portas
Um disco conta com temas de fado e folclore - entre os quais surgem alguns originais e também versões de autor.

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Raquel Tavares: O fado e a cidade
A identidade musical portuguesa ao vivo em Lisboa, Aveiro, Faro e Braga.

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Novo! Mandrágora: Descobrir o Tesouro
Disco de estreia desta formação do Porto.
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Dazkarieh: Espanta Espíritos
Segundo disco de um projecto em torno da "World Music".
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Roda Pé: Escarpados Caminhos
Um disco em roptura com a ortodoxia.

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. Recolhas .
Lhaços da Freixenosa
A Transmissão Oral Transmontana.
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Aerofones do Ciclo Pastoril: A Gaita de Foles
Instrumento com presença em todo o país e fortemente ligado às nossas tradições populares.

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. Internet .
Novo! Canto da Terra Website que dá acesso a cerca de 1500 letras tradicionais.
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Quadrilha: Folk e Intervenção
Site oficial do projecto de Sebastião Antunes.

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Fique aqui com várias sugestões de outras músicas, alternativas, a partir de uma selecção de novos lançamentos discográficos ou simplesmente de discos que passaram a estar disponíveis no mercado português ao longo do ano. Mais...
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Luis Baptis: Recital de Natal inédito com violas portuguesas
Luis Baptis apresenta ao vivo um Recital de Natal por Violas Portuguesas com a participação de Denitza Panayotova ao violino. É no dia 3 de Dezembro de 2006, pelas 16h00 no Nucleo Museologico da Capela do Espirito Santo dos Mareantes, em Sesimbra. Pela primeira vez as Músicas de Natal interpretadas por diferentes Violas Portuguesas (bandolim, guitarra portuguesa, braguesa, cavaquinho, viola da terra, viola beiroa, viola toeira, viola campaniça, viola amarantina, rajão e viola de arame).
(30 de Novembro)

Espectáculos de Sérgio Godinho esgotados
Nos dias 30 de Novembro e 7 de Dezembro, Sérgio Godinho apresenta o seu novo disco “Ligação Directa” com concertos, já esgotados, em Sintra (Centro Cultural Olga Cadaval) e no Porto (Casa da Música), respectivamente. O espectáculo “SÉRGIO GODINHO (em) LIGAÇÃO DIRECTA” terá como base o repertório deste seu último trabalho discográfico e será uma ligação directa às emoções e à Razão que desde sempre as canções de Sérgio Godinho despertaram em todos nós. Das mais recentes, destacar-se-ão “Às vezes o amor”, “Marcha Centopeia”, “O Rei do Zum Zum”, “Só neste país” ou “A deusa do amor”. O público presente nos concertos, no entanto, não deixará de escutar também as maiores referências da obra deste autor, compositor e intérprete. A acompanhá-lo estarão “Os Assessores”: Nuno Rafael (direcção musical, guitarras), Miguel Fevereiro (guitarras), Nuno Espírito Santo (baixo), João Cardoso (piano, teclados), Sara Côrte-Real (coros, teclados, percussão), Sérgio Nascimento (bateria, percussões) e João Cabrita (sopros, coros, percussões).
(29 de Novembro)

Rui Vinagre: "Novos Trilhos da Guitarra Portuguesa"
Rui Vinagre apresenta um espectáculo onde se apresentam os "Novos Trilhos da Guitarra Portuguesa". rata-se de um espectáculo instrumental, em que a guitarra portuguesa tocada por Rui Vinagre dialoga com Jorge Queijo na percussão, Miguel Calhaz no contrabaixo e Marco Figueiredo ao piano. São interpretados temas tradicionais e originais dos próprios músicos, numa fusão de instrumentos e estilos, num cenário de ambiências por vezes improvisadas, em trilhos que vão desde o jazz à música tradicional portuguesa. Trilhos - Rui Vinagre - Guitarra Portuguesa; Miguel Calhaz - Contrabaixo; Marco Figueiredo - Piano; Jorge Queijo - Percussão. Para conhecer em Sines - Auditório do Centro de Artes e Espectáculo | 25 Novembro | 22h00. (23 de Novembro)

Prémio José Afonso sem vencedor
O júri do Prémio José Afonso 2006 decidiu não o atribuir "por não ter encontrado mérito consonante com o prestígio do Prémio", foi hoje anunciado pela autarquia da Amadora. Os álbuns candidatos, apresentados pelas respectivas editoras, foram: " Apontamento" de Margarida Pinto, "Mulheres" das Vozes da Rádio, "Amores Imperfei tos" de Viviane, "Éramos Assim" de Boite Zuleika, "Groovin'on monster`s eye-ball s" dos Hands on Approach, "Cacus" de José Peixoto e Carlos Zíngaro, "Coisas Simp les" de María León, "Almadrava" dos Marenostrum e "Cantes d'Além Tejo" de Franci sco Naia. Foi a primeira vez que o Prémio, instituído em 1988, no valor pecuniári o de cinco mil euros, não é atribuído. O júri tomou esta decisão "unanimemente, perante as obras apresentadas a concurso", lê-se na mesma nota. O júri deste ano foi constituído por António Moreira, vereador da Cultu ra da Câmara Municipal da Amadora, a pianista Olga Prats, o jornalista Carlos Pi nto Coelho, o presidente da Sociedade Portuguesa de Autores, Manuel Freire, e o maestro António Vitorino de Almeida. O Prémio distinguiu o ano passado o cantautor açoriano Zeca Medeiros pe lo seu álbum "Torna-Viagem". O Prémio tem como objectivo homenagear o autor de "Grândola Vila Morena ", incentivar a criação musical de raiz portuguesa e animar turística e cultural mente a cidade da Amadora.
(21 de Novembro)

Sérgio Godinho em Ligação Directa
Na próxima quinta-feira, dia 23 de Novembro, Sérgio Godinho apresenta o seu novo disco “Ligação Directa” no programa “Viva Música” da RDP – Antena 1 no Teatro da Luz, às 15h. Durante o programa, Sérgio Godinho apresentará alguns dos temas que compõem “Ligação Directa” como o single “Às vezes o amor”, “Marcha Centopeia”, “O Rei do Zum Zum”, “Só neste país”, “A deusa do amor”, entre outros. E nos dias 30 de Novembro e 7 de Dezembro, o cantautor apresenta “SÉRGIO GODINHO (em) LIGAÇÃO DIRECTA”, o seu novo espectáculo, com concertos em Sintra (Centro Cultural Olga Cadaval) e no Porto (Casa da Música), respectivamente. A acompanhá-lo estarão “Os Assessores”: Nuno Rafael (direcção musical, guitarras), Miguel Fevereiro (guitarras), Nuno Espírito Santo (baixo), João Cardoso (piano, teclados), Sara Côrte-Real (coros, teclados, percussão), Sérgio Nascimento (bateria, percussões) e João Cabrita (sopros, coros, percussões).
(20 de Novembro)

Amélia Muge apresenta no Viva a Música "Não sou daqui"
Está prometido um novo disco de Amélia Muge, depois de mais de quatro anos volvidos sobre o disco "A Monte". Este novo trabalho poderá ser escutado no programa Viva a Música, de Armando Carvalheda, no dia 23 de Novembro. "Não Sou Daqui", deverá sair até final de Novembro.
(19 de Novembro)

Grande Noite do Fado na Aula Magna
A Grande Noite do Fado de Lisboa realiza-se est e ano pela primeira vez na Aula Magna da Universidade, dia 22 de Dezembro, disse hoje à Lusa fonte da Casa da Imprensa, que organiza o evento há 53 anos. Os interessados podem inscrever-se até 30 de Novembro, para prestar audições no Museu do Fado dia 09 de Dezembro e escolha dos finalistas nas categorias de fadistas masculinos e femininos, nos escalões juvenis e seniores, e ainda n a de instrumentistas. José la Feria, da organização, disse à Lusa que "dado o grande acolhimento na Grande Noite do Porto, realizada na Casa da Música, é de esperar uma igual adesão em Lisboa". La Feria reconheceu "as dificuldades" de arranjar um espaço, na medida em que esta 55ª Grande Noite do Fado não foi agendada no Teatro Municipal São Luiz, onde se realizava desde há três anos, mas disse que "a situação está ultrapassada". No espectáculo de 22 de Dezembro serão também entregues os prémios Revelação e Carreira, e os Troféus Francisco Carvalhinho, para um instrumentista, e Neves de Sousa, para uma personalidade que se tenha distinguido na investigação e divulgação do Fado. Em 2005, o Troféu Neves de Sousa foi atribuído a José Manuel Osório, o de Revelação ao fadista Ricardo Ribeiro, os Prémios Carreira à fadista Maria Amélia Proença e ao guitarrista e compositor José Fontes Rocha, e o Troféu Francisco Carvalhinho distinguiu José Manuel Neto.
(18 de Novembro)

Fado Morse entre os melhores da Real World Remixed
Acabou de ser actualizado o Top 20 semanal do site www.realworldremixed.com da editora de Peter Gabriel, em que os 3 remixes dos Fadomorse ocupam os 3 primeiros lugares. O novo remix dos fadomorse que se encontra em 1º lugar é do tema Resistencia do grupo mexicano Los de Abajo. Os Fadomorse dedicam a sua música e este feito neste dia pesado a um dos seus familiares falecido hoje, Manuel Morais, que muito fez para que a voz de trás-os-montes fosse ouvida.
(17 de Novembro)

Ronda dos Quantro Caminhos em Setúbal
Dia 15 de Novembro, a Ronda dos Quatro Caminhos actua em Setúbal, no Fórum Luísa Todi, a partir das 21h30. De acordo com a nota publicada nas Crónicas da Terra, avizinha-se um próximo disco de grande produção, em que participarão algumas desenas de músicos, à semelhança do que aconteceu com o disco "Terra de Abrigo", trabalho de enorme notoriedade pública.
(16 de Novembro)

Memórias de Fado: Recordar Manuel de Amleida
Prossegue o ciclo "Memórias do Fado", que conta com colaborações com o Museu do Fado visando recordar nomes da cena fadista que foram decididamente marcantes na sua história. Dia 23 de Novembro será recordado o Fadista Manuel de Almeida. Manuel Ferreira de Almeida nasceu em Lisboa, no Bairro da Bica, a 27 de Abril de 1922. Aos 15 anos aparece a cantar fado de Lisboa num espectáculo de amadores, mas só aos 29 aceita os insistentes convites para se tomar profissional. A sua estreia foi no restaurante típico A Tipóia, dirigido por Adelina Ramos, fadista de nomeada, onde se manteve 12 anos, após o que passou a actuar no restaurante típico Lisboa à Noite, ao lado de Fernanda Maria, onde se manteve 11 anos, actuando em seguida no Forte D. Rodrigo, em Cascais. A sua carreira fez-se também nos palcos estrangeiros onde actuou recebendo grandes elogios da crítica especializada. Manuel de Almeida gravou dezenas de discos, alguns deles em Espanha, e até um de tangos para uma etiqueta norte-americana, um dos seus últimos discos foi produzido por Rão Kyao com quem gravou e actuou. A par da carreira de fadista Manuel de Almeida foi um inspirado poeta tendo registado na Sociedade Portuguesa de Autores 50 letras suas. O fadista morreu em 1995 em Cascais. Vítor Duarte Marceneiro apresentará um diaporama sobre o fadista, com apresentação e texto de Ana Maria Mendes. Nani e Luís Almada interpretarão fados de Manuel de Almeida , acompanhados à guitarra portuguesa por Luís Ribeiro e à viola por Jaime Martins. Este ciclo encerra dia 30 de Novembro, numa sessão dedicada a FERNANDO FARINHA, e que conta com a participação de António Rocha e Manuela Cavaco.
(15 de Novembro)

Brigada Victor Jara ao vivo no Viva a Música
A Brigada Victor Jara apresenta dia 15 o recém editado "Ceia Louca" no Teatro da Luz em Lisboa, numa transmissão em directo (entre as 15h e as 16h) do programa Viva a Música de Armando Carvalhêda, na Antena 1. "Ceia Louca"é o resultado de 30 anos de carreira da Brigada e é um disco que conta com muitas vozes convidadas.
(14 de Novembro)

Criação músico-cénica sobre o Fado    
Dois espectáculos de características diferentes - uma peça de Molière e uma "criação músico-cénica" sobre o Fado - vão ser apresentados pelo Teatro Nacional de São João (TNSJ) em Itália, no próximo ano, informou hoje fonte da companhia portuense. A peça, "Don Juan", encenada por Ricardo Pais, será levada à cena dias 24 e 25 de Fevereiro, no Teatro Argentina, uma das duas salas de que dispõe o Teatro di Roma (a outra é o Teatro Índia). Esta companhia romana está actualmente no Porto para a representação da peça "La Sagra del Signore della Nave", de Luigi Pirandello, no Teatro Carlos Alberto, dias 10 e 11, na que é a sua primeira actuação em Portugal e "o primeiro passo do intercâmbio" entre ela e o TNSJ. Depois de Roma, o TNSJ segue para Turim, em cujo Teatro Stabile, representará a mesma peça de Molière, dias 01 e 02 de Março. Em Abril, em dias a precisar, será a vez de "Cabelo branco é saudade", uma "criação músico-cénica" sobre o universo do Fado, que fará ouvir três veteranos - Celeste Rodrigues, Argentina Santos, Alcindo de Carvalho - e um novo valor no género, Ricardo Ribeiro. Os espectáculos poderão ser vistos, em Roma, no Auditorium- Parque de Música e, em Perugia, no Teatro Pavone. A digressão do TNSJ a Itália insere-se no quadro da sua relação com o Teatro di Roma. Os dois agrupamentos são membros da União dos Teatros da Europa, assinalou à Lusa José Luís Ferreira, director executivo do PONTI (Festival internacional de teatro do Porto) e responsável das relações internacionais da companhia portuense. Luís Ferreira precisou que, no quadro daquela relação, estão previstas formas de intercâmbio como cursos de formação e troca de projectos, sendo "o objectivo geral" estabelecer como que uma "ponte aérea" que faça a ligação do Porto a outras cidades. "Pretendemos fazer um trabalho no sentido de romper e superar barreiras que pareciam inultrapassáveis e apresentar lá fora as nossas produções", disse. Já neste âmbito, lembrou a propósito o mesmo responsável, o TNSJ esteve há um ano em Itália para mostrar o espectáculo "Ubus" num festival de teatro organizado pelo Teatro di Roma.
(13 de Novembro)

Comemorações do Centenário de Fernando Lopes Graça
Fernando Lopes Graça nasceu em Tomar, a 17 de Dezembro de 1906 e faleceu na noite de 27 de Novembro de 1994. Foi compositor, crítico, pianista, publicista, conferencista, organizador e regente de coros populares. Na badana da capa do a seguir citado livro da Portugália Editora, pode ler-se: «NOSSA COMPANHEIRA MÚSICA» reúne vários ensaios de Fernando Lopes Graça, sem dúvida a maior figura contemporânea portuguesa. A sua altíssima obra de criador, profundamente radicada na música nacional, tem como complemento humanístico uma exemplar e ininterrupta actividade de esclarecimentos dos problemas da arte dos sons através da imprensa, do livro e da conferência. Digna de realce a sua benemérita campanha em prol do exacto conhecimento e valorização da nossa música folclórica, já mediante a prospecção, estudo e publicação desta, já mediante a revelação das suas ricas virtualidades artísticas, concretizadas, por exemplo, nas belas harmonizações dos cantos tradicionais portugueses que, numa como que acção missionária, divulga por toda a parte à frente do Coro da Academia dos Amadores de Música, por ele criado com A CANÇÃO POPULAR PORTUGUESA, a páginas 46-47, da 4ª. Edição da Editorial Caminho, Lisboa, 1991, o homenageado, notável compositor e musicólogo, refere quanto à riqueza das canções populares da Beira Baixa: «Predominantes na Beira Baixa, são as mais raras e quiçá das mais antigas canções do nosso folclore, verdadeiras preciosidades, como o atestam os dolentes cantos de trabalho Já são horas da merenda (nº6) e Minha roda ‘stá parada (nº12), ou o formoso canto de romaria Ai, oh divina Santa Cruz (nº48).» A presença dos melómanos e amantes dos bens etnofolclóricos nesta Jornada de Homenagem no Centenário do seu nascimento será a prova inequívoca de que permanece viva a memória da sua actividade de compositor e músico que muito contribuiu para a valorização da música folclórica e de que toda a sua obra criativa musical continua sendo um alimento espiritual e uma perene mensagem.
(12 de Novembro)

A voz, o ritmo, o movimento e as tradições do mundo
A Cooperativa Cultural Teatro do Frio organiza, de 27 a 30 de Novembro de Dezembro, o workshop "Movimento para Performance" dirigido por Alejandro Bravo. Podem participar todas as pessoas interessadas na área da voz e do canto, a partir dos 16 anos. O trabalho baseia-se na intercepção do som e do ritmo, integrando-os no movimento corporal através de práticas ancestrais e recentes das quais se destacam, respectivamente, O canto Druhpad, o canto Harmónico e a musicoterapia. Este trabalho pretende estabelecer um equilíbrio harmonioso entre a voz , o corpo e a mente através da exploração de diversas possibilidades e recursos vocais, promovendo um espaço criativo para a expressão e desenvolvimento pessoais. O workshop decorre no Porto e podem ser obtidas mais informações pelo e-mail teatro.do.frio@gmail.com ou pelos telefones 220019819 ou 93 1617293.
(11 de Novembro)

Fusão do fado e flamenco em Loulé
A melancolia do fado na voz de Cidália Moreira e a imponência do flamenco nos passos de dança da companhia "Amálgama" vão fundir-se sábado em Loulé no espectáculo "Tablao do Fado". O espectáculo, que começou a percorrer o país em 2002, é produzido pela companhia de dança contemporânea "Amálgama" e vai ser apresentado sábado no Convento de Santo António, em Loulé. A fadista convidada, Cidália Moreira, acompanhada pelos seus músicos, vai cantar um repertório marcado pela homenagem a Amália Rodrigues e Rocio Jurado, dois mitos do fado e flamenco. Segundo disse à Lusa a directora artística da companhia, o espectáculo conta uma história de amor, embora invisível aos olhos do público, transmitindo-se través da coreografia a essência do que une o fado ao flamenco. "Pretendemos sintetizar a expressão da alma que o fado tem de uma maneira mais interiorizada e que o flamenco tem de uma forma mais exteriorizada", resume Sandra Battaglia. A bailarina evocou, a propósito, a teoria segundo a qual a origem de ambas as manifestações artísticas seria comum e que teriam sido ciganos nómadas a trazê-las da Índia para a Península Ibérica. "Este espectáculo pretende também descobrir como podemos resgatar a própria alma lusitana", conclui Sandra Battaglia, que também participa como bailarina no espectáculo. A companhia de dança "Amálgama" surgiu no ano 2000 e conta até agora com 13 estreias, desenvolvendo a sua actividade através da produção de espectáculos e da criação de ateliers para a comunidade. (10 de Novembro)

Pedro Carneiro: Música para Marimba e Computador
Rewired - Música do Século XX e XXI para Marimba e Computador. O percussionista Pedro Carneiro, um dos mais aclamados músicos portugueses, actua dia 9 de Novembro às 19h30, na Sala 2 da Casa da Música, num concerto em que apresenta novas temas para marimba e computador, algumas delas em estreia mundial. "Rewired - Música do Sec. XX e XXI para Marimba e Computador" dá o mote a um concerto original que inclui a execução de obras de Ricardo Climent, Paul Wilson, Petra Bachrat. Na qualidade de solista, tem sido convidado para actuar com agrupamentos como a BBC National Orchestra of Wales, London Mozart Players, Tampere Philharmonic Orchestra, Orquestra Sinfónica do Estado de São Paulo, Helsingborgs Symfoniorkester, Nordic Chamber Orchestra, Estonian National Symphony Orchestra, Lithuanian National Symphony Orchestra, Orquesta de la Comunidad de Madrid, Bilbao Symphony Orchestra. Para ver na Casa da Música, Sala 2, às 19h30.
(9 de Novembro)

Joana Amendoeira: "A flor da Pele" na Antena 1
Joana Amendoeira apresenta o seu mais recente trabalho, "À Flor da Pele" no programa "Viva a Música" de Armando Carvalhêda, na Antena 1. Quem pretenda assistir ao vivo ao concerto pode dirigir-se ao Teatro da Luz, em Benfica, a partir das 15h. A não perder, dia 9 de Novembro.
(8 de Novembro)

Raquel Tavares e Fernanda Maria: Prémios Amália Rodrigues
As fadistas Raquel Tavares e Fernanda Maria, de gerações distintas do fado, são duas das artistas distinguidas este ano com os prémios atribuídos pela Fundação Amália Rodrigues, anunciou hoje o júri. Fernanda Maria, 69 anos, de quem foi editada este ano uma dupla antologia de mais de meio século de êxitos, é reconhecida com o prémio Carreira Feminina. A artista é considerada uma das figuras mais importantes do fado, contando com mais de 80 registos discográficos e gravações como "Não passes com ela à minha rua" (de Carlos Conde e Miguel Ramos). Na segunda edição dos Prémios Amália Rodrigues, atribuídos pela fundação com o nome da diva do fado e divulgados hoje, a jovem fadista Raquel Tavares foi eleita a Revelação Feminina de 2006. Raquel Tavares, 21 anos e vencedora da Grande Noite do Fado, editou este ano o primeiro álbum, com o seu nome, com fados tradicionais. No total, o júri destes prémios de música distingue 18 personalidades em várias categorias, do fado amador ao melhor intérprete de guitarra portuguesa, do melhor poeta de fado ao artista revelação masculino. O poeta e fadista António Rocha, considerado "o grande estilista do fado", foi distinguido com o prémio Carreira Masculina. Duarte, psicólogo alentejano de 26 anos, que lançou em 2004 o álbum de estreia "Fados Meus", receberá o galardão como Revelação Masculina. Cristina Branco, que tem estado a apresentar ao vivo um espectáculo de homenagem a Amália Rodrigues, recebe o prémio internacional, enquanto a Ronda dos Quatro Caminhos é premiada na área da música étnica. O prémio para melhor viola vai para Jorge Fernando, músico, compositor e produtor que em 2005 celebrou 30 anos de carreira, enquanto Marino Freitas receberá o galardão como melhor viola baixo. Ricardo Rocha, neto do guitarrista Fontes Rocha, autor do duplo álbum "Voluptuária", foi eleito o melhor intérprete de guitarra portuguesa. Com mais de 40 anos de carreira, Maria da Fé foi eleita pelo júri a melhor intérprete feminina e António Zambujo, que editou em 2004 o álbum "Por meu cante", a melhor voz masculina. O álbum "O outro lado do fado", de Lenita Gentil, fadista com 35 anos de vida artística, foi votado como o melhor registo de fado. Mário Raínho, autor de poemas interpretados por nomes como Mariza e Joana Amendoeira e de várias peças de teatro de revista, merece, segundo o júri, o prémio de melhor poeta de fado. Mário Pacheco (compositor de fado), Manuel Domingos (fado amador), Orfeon Académico de Coimbra (música sinfónica) e Durval Moreirinhas e Jorge Tuna (Fado de Coimbra) foram os restantes premiados nesta segunda edição. Este ano, a Fundação Amália Rodrigues decidiu criar uma nova categoria, denominada "Prémio Amália Rodrigues de Ensaio e Divulgação", destinada a personalidades ou instituições que se tenham destacado nessas duas áreas. O galardão será atribuído ao musicólogo Rui Vieira Nery, que recentemente editou o livro "Para uma história do fado". Os Prémios Amália Rodrigues serão entregues dia 29, numa cerimónia marcada para o Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa. Cada homenageado receberá uma estatueta em bronze simbolizando a figura de Amália Rodrigues, criado pelo escultor Ruy Fernandes. O júri dos prémios deste ano é presidido por Fernando Machado Soares e composto ainda pela gestora do Museu do Fado, Sara Pereira, pela actriz Alina Vaz, pelo jornalista Nuno Lopes e pelo poeta José Luís Gordo. A Fundação Amália Rodrigues foi instituída por vontade testamentária da fadista, tendo sido oficialmente criada a 10 de Dezembro de 1999, dois meses após a sua morte.
(7 de Novembro)

Victor Gama: Instrumentos e sons no Cinema S. Jorge
Com mais concertos registados fora do país do que dentro de portas, o criador dos projectos Odantalan ou Berimbau-Ungu (com o brasileiro Naná Vasconcelos) leva à sala principal do cinema S. Jorge, em Lisboa, os instrumentos que caracterizam o trabalho multimédia e a música tridimensional que produz. Victor Gama, artista performer luso-angolano, apresenta-se nesta edição do Festival Número-Projecta. Uma oportunidade única de ouvir uma incrível constelação de instrumentos e sons. O concerto multimédia inserido na programação do Festival Número-Projecta. Para ver no dia 11 de Novembro, à 22h.
(6 de Novembro)

Baile com Cravo e Ferradura
Do encontro casual de três instrumentistas - Celina Piedade (acordeão), Joana Bagulho (cravo), e Paulo Pereira (sopros) - nasceu em 2004 um projecto que faz uso e abuso de um repertório feito para dançar - músicas de tradição revisitada: valsas, mazurcas, circulos, bourrées, chotiças, viras, alguma música antiga, outros temas originais. Sem conceitos nem preconceitos, o objectivo único é o prazer. O prazer de tocar, de ouvir o que se toca, a mistura de timbres deliciosa. O prazer de quem dança, de quem se deixa levar no turbilhão dos sons, na fúria das rodas de dança, no embalo das danças de pares... São bailes para ouvir com música para dançar. Dia 11 de Novembro – 21.30h na Sociedade Filarmónica União Agricola – Pinhal Novo. Entrada livre.
(5 de Novembro)

Camané: O elogio da imprensa espanhola
O renascimento do fado em Portugal tem sido protagonizado por "mulheres jovens", poucos sendo os homens que neste género conseguiram "fazer nome" e, entre eles, o caso "mais impressionante" é o de Camané, escreve hoje o El Pais na sua edição on-line. Num texto intitulado "Camané faz sua a sensibilidade do fado tradicional", Carlos Galilea escreve que "hoje se ouve no mundo o fado mais do que nunca" e assinala, a propósito, que o cineasta Carlos Saura está a preparar um filme em que dará a conhecer a sua "visão" do fenómeno. Camané, na avaliação do articulista, "tem tudo: técnica, dicção e voz". "Em Portugal - refere a dado passo - enche todos os recintos: no princípio o público era de certa idade, mas logo começaram a acorrer os jovens". "(Camané) - escreve ainda - não se fecha a outras músicas: há três anos participou num disco do grupo de rock Xutos & Pontapés, há dois mostrou nos concertos de 'Outras Canções' as suas afinidades com Chico Buarque, Fausto ou Sérgio Godinho. E no ano passado publicou 'Humanos' com os cantores Manuela Azevedo e David Fonseca e músicos como Nuno Rafael, João Cardoso e Hélder Gonçalves". O fadista português, distinguido o ano passado com o Prémio Amália Rodrigues para o Melhor Intérprete, actua hoje em Saragoça, na Igreja de Santa Isabel de Portugal, e na sexta-feira, no quadro da IV Mostra Portuguesa, em Madrid, no Círculo de Belas Artes.
(4 de Novembro)

Terras de Idanha: Uma paisagem sonora em Colectânea
Dia 11 de Novembro está agendado o lançamento de uma Colectânia de Cd's sobre a música de Terras de Idanha, uma iniciativa do Projecto 3 Culturas. O lançamento terá lugar no Posto de Turismo de Penha Garcia e contará com a apresentação do Dr. António Silveira Catana. O lançamento acontecerá a partir das 21 horas.
(3 de Novembro)

MU: Os Próximos concertos
Os Mu apresentam-se ao vivo em vários espaços, durante o mês de Novembro: 3 de Novembro - Destinos Bar - Rua da Gandra - Água Longa - Santo Tirso - 23h; 4 de Novembro - Casa da Eira - Paços de Ferreira - 23h; 11 de Novembro - Contagiarte - Porto - 23.30h; 25 de Novembro - Festival Céltico de Fráguas - Rio Maior. Os MU juntam-se para dar vida a instrumentos e ritmos de várias latitudes, onde os sons se fundem numa linguagem universal. São músicos oriundos de várias formações musicais, que recorrem aos sons do mundo utilizando instrumentos tradicionais como o didgeridoo, a tabla, o violino, o acordeão ou a máquina de escrever, entre outros.
(2 de Novembro)

Melodias medievais da cultura peninsular
O grupo de música antiga Cobras e Son vai interpretar no Centro Cultural de Belém, segunda-feira, um repertório de melodias medievais tradicionais da Península Ibérica, na que será a sua primeira apresentação em Portugal.
Com sede em Salamanca, o conjunto integra músicos de várias partes do mundo dedicados especialmente a tocar a música ibérica anterior à perseguição e expulsão das comunidades judias e muçulmanas. A expressão "cobras e son" era utilizada por Alfonso X, O Sábio, para designar a poesia e música das suas Cantigas de Santa Maria (cobras = versos, son = música). O programa do concerto inclui canções tradicionais de Salamanca ("Una estrella se perdió"), de Aljezur, no Algarve ("o Cativo"), de Monsanto, na Beira Baixa, ("Ai ó divina Santa Cruz"), moaxahas e outras peças da tradição árabe-andalusa ("Lamma Bada", "Kadhia el Ochak", "Man Habbak", "Adir Rahati"). Integra ainda cantigas de amigo de Martim Codax, entre elas "Ondas do Maré de Vigo", "Mandad'ei comigo", "Mia irmana fremosa", "Ai Deus, se sab'ora meu amigo" e "Quantas sabedes amare amigo". O grupo é composto por Lucía Vázquez (voz), natural de Vigo, Carolina Casaseca (rabel), natural de Salamanca, Pedro Ospina ('oud), natural de Tuluá, Colômbia, Pedro Gomez (percussões), de Valladolid, e César Viana (flautas e harpa), de Lisboa. César Viana, também responsável pela direcção musical, foi fundador e director musical da Orquestra Sinfonia B e do grupo de música antiga Birundum. Faz também parte do grupo de música medieval Vozes Alfonsinas e nesta área tem colaborado com músicos como Nuno Torka Miranda, Mika Suikhonen, Cristiano Holtz e Annemieke Cantor, entre outros. Actualmente trabalha num doutoramento em musicologia na Universidade Nova de Lisboa.
(2 de Novembro)

O flamengo-oriental dos belgas Dazibao
No próximo dia 5 de Novembro, pelas 21h30, os belgas “Dazibao” actuam no Teatro-Cine de Torres Vedras, no âmbito do “3.º Festival Internacional de Acordeão de Torres Vedras – Acordeões do Mundo”. Dirigido por Sophie Cavez, este agrupamento musical é o que podemos definir como um projecto pessoal, que interpreta, principalmente, as suas próprias composições, as quais se caracterizam por apresentarem uma influência “flamengo-oriental” que lhes confere um carácter único. Sophie Cavez, autodidacta, compositora da maior parte do seu reportório e instrumentista do acordeão diatónico, nasceu em 1982. Na sua formação são referências Diddier Laloy, Bruno le Tron, Filippo Gambeta, entre outros. Já dirigiu e integrou diversos projectos musicais de referência na Europa e na Bélgica, sendo de realçar a sua participação no grupo “Urban Trad”, que representou aquele país no evento internacional “EuroSong”, realizado em 2003. Os “Dazibao” participaram na compilação “Jong Folk” e actuaram em diversos palcos e festivais dos quais se destacam “Dranouter’s”, “FolkFestival”, “Flagey”, “Bozar’s” e “Sfinks Festival”. Ficha Técnica: Acordeão Diatónico – Sophie Cavez & Jonathan De Neck; Guitarra e Alaúde Árabe – Karim Baggili; Percussões – Jo Zanders.
(1 de Novembro)

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